A arte sofre uma dura perda com a morte de Oscarino Varjão

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Todas as homenagens não conseguem retratar o tamanho do talento e da arte que habitavam a vida desse homem chamado Oscarino Farias Varjão. Ele nos deixou, ontem, dia 15, aos 81 anos de idade, mas ficará imortalizado em nossos corações, na figura do boneco Peteleco, com sua alegria contagiante.

Oscarino era considerado o melhor ventríloquo do Brasil, e morreu em consequência de diabetes e pedra na vesícula. Como funcionário aposentado da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Oscarino deixa muita saudade entre os colegas do Parlamento estadual.

Portanto, nossa homenagem póstuma e o reconhecimento público pelo excelente trabalho prestado por esse grande artista da cultura popular amazonense.

Perfil

Nascido no Paraná do Xiborena, rio Solimões, Amazonas, em maio de 1937, Oscarino Farias Varjão começou a carreira de ventríloquo em 1953, com o boneco Chiquinho, em Manaus. Em 1957, aos vinte anos de idade, criou o boneco Peteleco. Em 2016, Oscarino & Peteleco foram declarados Patrimônio Cultural Imaterial de Manaus pela Aleam.

Reconhecido como um dos grandes mestres de sua arte, principalmente pela habilidade de se expressar sem mexer a boca, Oscarino chegou a se apresentar em programa do Jô, da Rede Globo, em 2000.

Oscarino Varjão deixa esposa e dez filhos. O velório foi realizado no Palácio do Rio Negro, no Centro de Manaus. E o corpo foi enterrado por volta das 16h, no Cemitério São João Batista, na Avenida Boulevard Álvaro Maia, na Zona Centro-Sul.

Retirado de www.ale.am.gov.br

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