Corpos artísticos da SEC se apresentam no Congresso Nacional de Pesquisadores de Dança

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FOTO: Wander Luís/Arquivo SEC
FOTO: Wander Luís/Arquivo SEC

Apresentações serão gratuitas e acontecerão nos espaços administrados pela secretaria

Espetáculos do Corpo de Dança do Amazonas (CDA), Balé Folclórico e Balé Experimental do CDA, que fazem parte dos Corpos Artísticos da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), estão na programação da 5ª edição do Congresso da Associação Nacional de Pesquisadores de Dança (Anda), que acontece entre 20 e 23 de junho, na Universidade do Estado do Amazonas (UEA). As apresentações, que acontecerão nos espaços administrados pela Secretaria, terão entrada gratuita.

Nesta quarta-feira (20/06), às 19h, o Corpo de Dança do Amazonas realiza a apresentação para a abertura do Congresso, com o espetáculo “A Arquitetura do Corpo”.

Concebido pelo coreógrafo carioca Josias Galindo e com estreia em 2017, o espetáculo será reapresentando em Manaus com novos bailarinos no elenco e após uma temporada de apresentações em São Paulo, como parte do projeto “Abril para a Dança”. A peça instiga sobre a identidade, morfologia, volume e cor da roupa que veste ou cobre o corpo. “Temos novos bailarinos que entraram no Corpo de Dança no começo do ano e que desta vez participam do elenco. O espetáculo volta a Manaus para reapresentação após sermos convidados pela Prefeitura de São Paulo, e marca a abertura do Congresso”, explica o diretor do Corpo de Dança do Amazonas, Getúlio Lima.

Ainda na programação do Congresso da AndaA, duas apresentações serão realizadas no Teatro da Instalação, nesta quinta (21/06) e sexta-feira (22/06). O Balé Folclórico do Amazonas se apresenta na quinta, às 20h, com o espetáculo “Causos de Cunhã”, que protagoniza e discute o feminino. Já o Balé Experimental do Corpo de Dança do Amazonas apresenta o espetáculo “Plutão (Já Foi Planeta)”, baseado na obra do poeta Aníbal Beça, também com o novo elenco, nesta sexta-feira. “Estamos com um elenco novo que, por sua vez, soma na remontagem com uma nova leitura corporal, apropriando-se da obra”, destaca Monique Andrade, diretora do Balé Experimental.

Retirado de www.amazonas.am.gov.br

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