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I fesPIM será ornamentada por podas de árvores oriundas de projeto de manejo

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Uma ação conjunta de manejo de arborização entre a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp), Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU/Gestão de Trânsito) e ManausLuz viabilizou parte da ornamentação da I Feira de Sustentabilidade do Polo Industrial de Manaus (fesPIM) com podas de árvores oriundas de trecho da avenida Getúlio Vargas, Centro.

De acordo com o diretor comercial da Feira, Orsine Júnior, o conceito do evento é a reutilização e por isso, a organização da I fesPIM viabilizou a decoração do Studio 5 com as podas das árvores que seriam descartadas.

“A Feira de Sustentabilidade do PIM tem diversos diferenciais e um deles é realmente ser em sua essência um evento sustentável. O material que estamos utilizando na confecção das mobílias, na ornamentação do espaço onde acontecerá a Feira é um material reaproveitado e essa é a marca da I fesPIM”, disse.

Segundo a assessoria de comunicação da Semmas, a ação que foi realizada na manhã do último sábado (23), teve “caráter emergencial devido à inclinação acentuada e à necessidade de desobstrução das luminárias da via”.

Ainda de acordo com a Secretaria, o trabalho de manejo da arborização do passeio público é constantemente realizado por meio do monitoramento das árvores, que têm papel fundamental na regulação climática do Centro histórico da cidade.

A I fesPIM terá em seu cenário, podas de seis árvores da espécie oitizeiro. A operação contou também com a anuência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) por se tratar de  uma área do Centro histórico da capital.

Seminário debate normas tributárias e aduaneiras na Zona Franca de Manaus

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Evento promovido pela Embaixada da República da Coreia também lembrou dos 60 anos de relações diplomáticas entre Brasil o país asiático.

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), representada pelo superintendente adjunto de Operações, Luciano Tavares, e pela coordenadora-geral de Estudos Econômicos e Empresariais, Ana Souza, participou do Seminário de Diretrizes de Investimentos e Orientação Tributária no Estado do Amazonas, promovido pela Embaixada da República da Coreia, nesta quinta-feira (21), no Blue Tree Hotel.

O objetivo do evento foi compartilhar informações sobre normas tributárias e aduaneiras, bem como diretrizes para investimentos no Amazonas às empresas coreanas atuantes na região, atualmente representadas pelas multinacionais Samsung e LG.

Além da Suframa, estiveram presentes a Secretaria de Estado da Fazenda do Amazonas (Sefaz), Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti) e Receita Federal.

O embaixador da República da Coreia, Chan-Woo Kim, afirmou que o seminário tem a proposta de contribuir com as empresas coreanas instaladas na Zona Franca de Manaus.

“Já se passaram mais de 20 anos que as empresas coreanas vieram do outro lado do mundo para se instalar no Amazonas e, através de muito esforço, mesmo enfrentando dificuldades como a distância, o idioma, a cultura e principalmente as questões de regulamentação alcançaram êxito e hoje fazem parte da sociedade amazonense.

Espera-se por intermédio deste evento que uma melhor compreensão dos regulamentos seja alcançada e informações relevantes sobre o quadro de investimento no Estado possam ser compartilhadas”, afirmou.

Em outubro de 2019 as relações diplomáticas entre Brasil e República da Coreia completaram 60 anos. “Na Coreia, 60 anos significa o término de um ciclo. Nesse período os dois países construíram uma amizade baseada em sentimentos recíprocos e agora deverão avançar nos próximos 60 anos, com base no Tratado de Livre Comércio entre a República da Coreia e o Mercosul, que deve chegar a uma conclusão no próximo ano, e certamente movimentará ativamente muitas atividades comerciais entre ambos os países”, concluiu.

Na ocasião, o superintendente adjunto Luciano Tavares parabenizou os 60 anos das relações diplomáticas entre Brasil e República da Coreia. “Nos idos de 2008 a 2010 fui adido do exército brasileiro junto à embaixada do Brasil na Coreia e tive a satisfação de ver in loco a pujança da República da Coreia.

Nosso seminário hoje traz objetivos que vão ao encontro da missão da Suframa, de promover o desenvolvimento regional, trazendo emprego, renda e tudo mais que esta cadeia nos possibilita e temos a grata satisfação de termos sido convidados para este evento, ratificando nossa missão”, disse.

A coordenadora-geral de Estudos Econômicos e Empresariais da Suframa, Ana Souza, fez uma apresentação sobre o pacote de incentivos da Zona Franca de Manaus, bem como informou dados do Polo Industrial de Manaus.

Entre os principais potenciais para investimento, segundo ela, estão o minério, água mineral e, na indústria, os painéis solares, cujos processos produtivos básicos já estão aprovados.

Ana Souza também destacou alguns investimentos para os próximos três anos já anunciados nos segmentos de condicionadores de ar, cabeamento, segurança, duas rodas e etanol e, por fim, convidou os presentes a participarem da Feira de Sustentabilidade do Polo Industrial, nos dias 27, 28 e 29 de novembro, no Studio 5 Centro de Convenções, uma realização da Suframa com o Instituto Piatam.

Suframa participará do Salão de Duas Rodas

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O evento, realizado em São Paulo, vai até o dia 24 de novembro e tem diversas atrações, dentre novidades das grandes marcas mundiais do setor e lançamentos que, até então, foram mantidos em sigilo para serem uma das atrações do maior evento de motocicletas da América Latina.

Começou nesta segunda-feira (18), com um evento dedicado especificamente a autoridades e os grandes players do segmento de motocicletas, a edição 2019 do Salão de Duas Rodas promovido pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).

O evento, realizado em São Paulo, vai até o dia 24 de novembro e tem diversas atrações, dentre novidades das grandes marcas mundiais do setor e lançamentos que, até então, foram mantidos em sigilo para serem um dos chamarizes do maior evento de motocicletas da América Latina.

A abertura contou, dentre outras autoridades, empresas e instituições, com a participação da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), representada pelo superintendente Alfredo Menezes, que, em seu discurso, lembrou que quase a totalidade da produção de motos do País concentra-se na Zona Franca de Manaus (ZFM) e afirmou que “o segmento de Duas Rodas do Polo Industrial de Manaus é o maior exemplo de verticalização. Praticamente 95% desta cadeia produtiva é verticalizada”.

Menezes ainda fez uma relação direta entre a produção do PIM e a preservação da floresta amazônica. “Se quer preservar a floresta, mantenha a Zona Franca de Manaus, compre produtos com o selo Produzido no Polo Industrial de Manaus.

O modelo Zona Franca, com apelo à tecnologia e inovação, é fonte de riqueza para a área amazônica e garante que o desenvolvimento e o meio ambiente possam andar lado a lado”.

A participação da Autarquia no evento contará, ainda, com a presença de técnicos de diversas áreas no estande institucional cedido à Suframa pela Abraciclo, que reconhece a importância do trabalho da Autarquia na administração de incentivos fiscais que possibilitam a manutenção do polo de Duas Rodas na região, além de atrair mais players do segmento, sejam de bens finais, sejam componentistas, possibilitando a geração de emprego e renda no Brasil.

Summit Manaus Tech Hub busca inovação na Amazônia

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Evento terá quatro dias de programações voltadas a apresentações e debates sobre transformação digital, negócios, inovação e internacionalização, além da exposição de oportunidades de desenvolvimento para empresas, startups e empreendedores.

O incentivo a atividades inovadoras em Manaus foi o que motivou a Softex Amazônia, com apoio da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), a realizar o Summit Manaus Tech Hub, evento iniciado nesta quarta-feira (11), no Distrito Industrial de Manaus, que terá quatro dias de programações voltadas a apresentações e debates sobre transformação digital, negócios, inovação e internacionalização, além da exposição de oportunidades de desenvolvimento para empresas, startups e empreendedores.

A cerimônia de abertura do evento contou com a presença do superintendente Alfredo Menezes, do presidente nacional da Softex, Ruben Delgado, do presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico de Manaus (Codese), Antônio Azevedo, e do deputado estadual João Luiz, além de representantes de empresas de tecnologia e demais interessados no mercado de inovação.

Na ocasião, foi apresentado o Espaço Manaus Tech Hub, que visa a proporcionar uma conexão dos atores do segmento de tecnologia ao Ecossistema de Inovação Amazônico, na busca pelo incremento de atividades que colaborem para o desenvolvimento de novas tecnologias que contribuam para a economia regional e nacional.

“Essa parceria entre a Softex e a Suframa nessa parte do Programa Prioritário de Empreendedorismo Inovador, que é de grande importância para a nossa região por buscar o resgate daqueles jovens que têm o desejo de serem empreendedores, em total sinergia com outros atores – como o Codese – na construção de vetores econômicos complementares à nossa região”, disse Alfredo Menezes.

O superintendente da Suframa ainda reforçou a importância da iniciativa, destacando que “um Polo Digital é vital por estar totalmente conectado ao Polo Industrial de Manaus, principalmente no desenvolvimento de novos produtos, no adensamento da cadeia produtiva, na verticalização dos processos.

Além disso, é fundamental no aspecto da educação, uma educação empreendedora. Quem ganhará é a sociedade, com a formação de pessoas com foco empreendedor, com expertise de alto valor agregado, criando um novo momento na economia e com o desenvolvimento do nosso Estado de maneira eficiente, com a possibilidade de investimentos em diversos segmentos”.

Ruben Delgado disse que “esse espaço que está sendo lançado é de toda comunidade, de todo o ecossistema regional. Queremos aqui um adensamento empreendedor, uma matriz complementar na região. Essa parceria com a Suframa visa a gerar novos empreendedores, que queiram inovar e modernizar a economia e exportar seus talentos através de produtos e serviços inovadores”.

Segundo o presidente da Softex, essa proposta está aliada ao que ocorreu em outros países que buscaram modernizar suas atividades econômicas, “como Índia, Israel e Irlanda, por exemplo. Sabemos o potencial gigantesco que a Amazônia tem e é por isso que estamos aqui. Esperamos que venham novos empreendimentos e assim possamos dinamizar a região”.

Região Norte registra mais de 20 mil casos de dengue este ano

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Número é 157% maior que o registrado no ano passado

A região norte do país registra quase 27 mil casos de dengue este ano, um aumento de 157 por cento em relação ao ano passado. Os dados estão no último boletim epidemiológico consolidado pelo Ministério da Saúde, com informações sobre as doenças transmitidas pelo Aedes Egypti até o dia 24 de agosto.

Dois estados da região chamam a atenção por terem registrado um aumento percentual ainda maior do que o nacional. Se no Brasil, os casos de dengue cresceram 600%, em Roraima, de um ano para o outro esse número variou mais de 1.000%. No Tocantins os casos aumentaram quase 800%.

O Acre tem a maior incidência de dengue, mais de 604 casos por cada 100 mil habitantes. Os dados positivos ficam com o Amapá e o Amazonas, que tiveram queda nos casos de dengue. Os amapaenses têm o melhor resultado, uma queda de 77%. Um mesmo mosquito e três doenças que podem ser fatais: o aedes egypti é responsável pela transmissão da dengue, chikungunya e zika.

Este ano, 11 pessoas morreram na região norte em decorrência da dengue. Outros seis óbitos estão em investigação. Houve queda nos casos de chikungunya: foram 32 por cento a menos que o registrado no ano passado. Já o número de casos confirmados de zika cresceu 33 por cento. Nenhuma morte foi registrada na região pelas duas doenças.

A melhor forma de evitar doenças transmitidas pelo mosquito é a adoção de medidas voltadas para eliminação de acúmulo de água dentro de casa, em quintais e terrenos vazios.

Conheça o Caribe Amazonense, Maués é regado pela energia do guaraná

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Marcado pelo conflito tribal entre as etnias Mundurucu e Mawé no século 17, o município de Maués (a 267 quilômetros de Manaus) é um dos destinos turísticos amazonenses com belezas naturais e culturais mais encantadores do estado.

Conhecido como “Terra do Guaraná”, Maués é um dos maiores produtores de guaraná do Brasil e tem um dos povos mais longevos do país. Por isso, as terras maueenses são um grande atrativo para o turista que ama a natureza.

Da pesca esportiva ao turismo de aventura, Maués caminha para se consolidar no setor. A Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur) percorreu alguns dos atrativos das terras da Mundurucânia na semana em que o Departamento de Regulação e Fiscalização realizou ação de orientação juntos aos prestadores de serviços turísticos.

Entre os encantos com que o visitante se depara está o rio Maués-Açu. No período de setembro a março, em que suas águas baixam, as lindas praias surgem, emoldurando um cenário que poderia ser batizado como “Caribe Amazonense”.

As praias da Maresia e Antártica concentram quase 2,5 quilômetros de balneário, em uma água límpida e transparente. As duas opções são os principais atrativos naturais de Maués. “O turista que vier se depara com esse paraíso, e vai dispor de toda uma infraestrutura com rede hoteleira, restaurantes, segurança. Será muito bem recebido e muito bem tratado com a energia desse povo maravilhoso”, comentou Helena Doce, da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

Ilha de Vera Cruz

A Ilha de Vera Cruz é outro atrativo turístico de Maués encantador

Com um sítio arqueológico, onde os primeiros estudos apontam para artefatos com mais de 400 anos, a Ilha ou Costa da Vera Cruz é considerado o atrativo, em zona rural, mais belo de Maués. Em frente à sede do município, a cerca de 10 minutos de voadeira, a ilha é marcada por praias, igapós, e um povo simples e hospitaleiro, que mantém viva a tradição cultural e religiosa.

O local é uma das paradas para o turista que desembarca no município. Há restaurante que oferece comida regional, e as belas praias que se emaranham ao cenário verde da ilha.

“A ilha da Vera Cruz é encantadora, misteriosa, de paz. Aqui, você vai desfrutar de um local seguro, de uma praia com água limpa, e ainda poder saborear uma iguaria regional deliciosa. E tudo isso a dez minutos de lancha, na frente da cidade”, declarou o empresário Esteves Belmiros, proprietário de um restaurante na ilha, cadastrado no Cadastur.

Energia do guaraná

Barão do Guaraná virou personalidade de Maués ao popularizar o guaraná batido

O arquiteto gaúcho Silvio Proença, 59, virou filho de Maués e personalidade do município após popularizar a batida do guaraná na cidade. O guaraná é Patrimônio Cultural do Estado. Há 20 anos em terras maueenses, o Barão do Guaraná, como é conhecido, inventou a bebida “Turbinado”, que energiza os turistas e moradores com muita virilidade e disposição. O “pub” de sua propriedade virou um atrativo turístico para quem quer se energizar com o sabor da natureza.

“Quando eu vim pela primeira vez para cá, me encantei com a ilha da Vera Cruz. Que paraíso, que lugar lindo. Inclusive morei durante oito meses lá. E, durante esse período, vi que os moradores tinham o costume de consumir o guaraná, alcançavando mais disposição. Vi idosos acima dos 90 anos trabalhando ainda. E tive a ideia de aprimorar o guaraná batido em uma bebida rica de energia”, explicou o empresário.

Casado com uma maueense, Proença se especializou no fruto energético e percorreu o mundo divulgando a bebida turbinada. Do guaraná nasceram os derivados do fruto, como o chá, o licor, a limonada à base de guaraná, e tantas outras iguarias feitas pelo Barão do Guaraná.

“Essa terra é mágica, é linda por natureza. Lembro-me que, há 20 anos, eu via o caboclo da região consumindo o guaraná, mas o turista não tinha isso à disposição. Nós compartilhamos o guaraná para todo mundo. Hoje, o Turbinado, que é patenteado por mim, popularizou-se na cidade. A gente vê as pessoas felizes na cidade, os interiores são todos parecidos, mas aqui é diferente. E esse diferencial, essa energia, vêm do guaraná”, disse o empresário.

Primeira agência

Na última segunda-feira (02/09), foi inaugurada a primeira agência de turismo, cadastrada no Cadastur, do município. O empresário Ilson Rogerio, da RogerTur, incluiu o destino nos pacotes de viagens comercializados pelo empreendimento.

“Nós, inicialmente, vamos intensificar a ida de turista para o Festival de Guaraná, previsto para os dias 28, 29 e 30 de novembro, e incluir um roteiro com o turismo de praia, ecoturismo, entre outros segmentos da linda Maués”, declarou o empreendedor.

Atrativos turísticos e culturais de Maués

Conforme levantamento da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura de Maués, segue uma lista dos atrativos maueenses:

Cachoeiras do Amana/Parauari; Reserva de Desenvolvimento Sustentável Lago Grande; Pesca Esportiva; Praias; Sítios Arqueológicos; Ilha da Conversa; Reservas Indígenas; Encontro das Águas, Comunidade São Francisco do Pupunhal; Rio Jacundá; Trilhas; Turismo de Base Comunitária; Observação de Botos; Artesanato indígenas, Festas Religiosas; Danças Regionais; Luzéia – Pesca do Bambu; Artesanato em Guaraná; Cultura do Guaraná; obelisco da Praça Coronel João Verçosa, entre outros atrativos.

Manaus obtêm voo direto para Orlando

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A malha aérea internacional do estado será ampliada a partir de dezembro. Nesta quinta-feira (12/09), a Gol iniciou as vendas de bilhetes da nova rota que oferecerá voos diretos, todos os sábados, entre Manaus e Orlando, nos Estados Unidos da América.

A capital do Amazonas se torna a terceira cidade a receber decolagens, sem escalas ou conexões, da empresa com destino ao estado da Flórida (EUA), que já conta com saídas de Brasília (DF) e Fortaleza (CE).

Com início das operações a partir de 21 de dezembro, os clientes já podem adquirir seus bilhetes nos canais de vendas: aplicativo, site, lojas VoeGOL e via agências de viagem parceiras. De acordo com a presidente da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), Roselene Medeiros, esse é o primeiro passo do Governo do Amazonas para ampliação da malha aérea internacional no Estado.

“Começamos com o mercado americano até pelo advento do fim da exigência do visto para os americanos visitarem o Brasil. As nossas ações estão começando e é muito importante contarmos com a parceria da Gol, que é uma das empresas mais eficazes da América Latina”, disse Roselene.

O diretor de Desenvolvimento de Negócios Internacionais da Gol, Randall Aguero, avaliou a importância desse voo para o turismo brasileiro. “Estamos muito felizes em ampliar a oferta de voos para os nossos clientes com destino a Orlando.

As decolagens diretas de Manaus trarão mais agilidade e conforto às viagens para aqueles que residem no Amazonas e demais estados da região norte do país. Somos a empresa que democratizou o transporte aéreo no mercado brasileiro e queremos dar continuidade a isso, levando os brasileiros para mais destinos dentro e fora do Brasil”, declarou.

A nova rota será realizada com as aeronaves Boeing 737-800 NG, com capacidade para até 176 clientes, que terão a bordo toda a comodidade e conforto já oferecido nos voos internacionais da companhia, como serviço de bordo completo com refeições e bebidas gratuitas, mais plataforma de entretenimento, como filmes, séries e TV ao vivo, oferecidos sem custo adicional. O consumidor também poderá se conectar à internet durante o voo, o que permite a ele enviar e receber mensagens, acessar as redes sociais e atualizar o e-mail, por exemplo.

Região Norte e a população pet brasileira

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Periodicamente, o Instituto Pet Brasil informa os dados regionais do mercado pet em todo o território nacional. O IPB calcula que a região Norte concentra 6,3% da população pet brasileira, com cerca de 1.700 lojas que comercializam ração e acessórios para cães, gatos, aves, pequenos mamíferos e répteis. Nessa parte do Brasil, operam mais de 105 clínicas especializadas. Cerca de 6% do faturamento do mercado pet geral do país vem da região Norte.

“Observamos que a concentração de pets no mapa do Brasil acompanha a densidade populacional. Mas mesmo em estados menos populosos, como no Norte, há ampla oportunidade de negócios pois o padrão é o mesmo em todo o país:

O pet é cada vez mais um membro da família”, comenta o presidente do IPB, José Edson Galvão de França. Em 2019, o mercado pet deve chegar a R$ 36,2 bilhões em faturamento, alta de 5,4% frente ao ano passado. A participação do setor representa 0,36% do PIB, fatia grande o suficiente para superar os segmentos de utilidades domésticas e de automação industrial.

Veja os números estado por estado:

Acre – Mais de 50 lojas que comercializam ração e acessórios para pets. Reúne aproximadamente 10 clínicas especializadas, e concentra 0,3% da população brasileira de animais de estimação, sendo mais de 270 mil cães e mais de 95 mil gatos. Peixes ornamentais e aves canoras são cerca de 176 mil.

Amapá – Mais de 30 lojas que comercializam ração e acessórios para pets. Reúne aproximadamente 5 clínicas especializadas, e concentra 0,3% da população brasileira de animais de estimação, sendo mais de 108 mil cães e mais de 71 mil gatos. Peixes ornamentais e aves canoras são cerca de 353 mil.

Amazonas – Mais de 230 lojas que comercializam ração e acessórios para pets. Reúne aproximadamente 20 clínicas especializadas, e concentra 1,1% da população brasileira de animais de estimação, sendo mais de 868 mil cães e mais de 382 mil gatos. Peixes ornamentais e aves canoras são cerca de 471 mil.

Pará – Mais de 725 lojas que comercializam ração e acessórios para pets. Reúne aproximadamente 40 clínicas especializadas, e concentra 3,1% da população brasileira de animais de estimação, sendo mais de 977 mil cães e mais de 454 mil gatos. Peixes ornamentais e aves canoras são cerca de 5,2 milhões

Rondônia – Mais de 390 lojas que comercializam ração e acessórios para pets. Reúne aproximadamente 20 clínicas especializadas, e concentra 0,7% da população brasileira de animais de estimação, sendo mais de 434 mil cães e mais de 215 mil gatos. Peixes ornamentais e aves canoras são cerca de 883 mil.

Roraima – Mais de 55 lojas que comercializam ração e acessórios para pets. Reúne aproximadamente 5 clínicas especializadas, e concentra 0,2% da população brasileira de animais de estimação, sendo mais de 108 mil cães e mais de 71 mil gatos. Peixes ornamentais e aves canoras são cerca de 176 mil.

Tocantins – Mais de 240 lojas que comercializam ração e acessórios para pets. Registra aproximadamente 20 clínicas especializadas e concentra 0,6% da população brasileira de animais de estimação, sendo mais de 325 mil cães e mais de 239 mil gatos. Peixes ornamentais e aves canoras são cerca de 410 mil.

 

Pesquisadores estudam influências humanas na Floresta Amazônica

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Vestígios de plantas carbonizadas podem revelar aspectos culturais de ocupações pré-coloniais na Amazônia

O complexo arqueológico da Ponta da Castanha, localizado na Floresta Nacional de Tefé (Flona), no estado do Amazonas, pode conter pistas importantes sobre a relação entre as populações humanas, que ao longo de milênios existiram na região, e a paisagem local.

Isso porque a área abriga um vasto castanhal que não segue o que seria o padrão natural de dispersão dessa espécie. As castanheiras, associadas a outras espécies indicativas do manejo humano, cobrem quilômetros ao longo da beira do rio, mas não vão além dos 500 metros em direção à floresta.

A Floresta Nacional de Tefé (Flona) é uma unidade de conservação federal sob gestão do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio). Objeto de estudo da pesquisadora associada ao Instituto Mamirauá Mariana Cassino a relação entre as plantas encontradas no local e as pessoas que tinham a região como lar no passado pode revelar como essas populações moldavam a paisagem ao seu redor. “

A minha pesquisa é um diálogo entre arqueologia e botânica que procura entender essa história de longa duração de domesticação e de transformação da paisagem da Amazônia por povos pré-coloniais até os dias de hoje”, explica Mariana, doutoranda do Instituto de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

Em agosto, pesquisadores do Grupo de Pesquisa em Arqueologia e Gestão do Patrimônio Cultural da Amazônia do Instituto Mamirauá e de diversas outras instituições fizeram uma expedição ao complexo arqueológico da Ponta da Castanha para realizar escavações à procura de vestígios dos povos que habitaram o local no passado.​

O trabalho de campo contou com o apoio do Grupo de Pesquisa em Ecologia Florestal do Instituto Mamirauá, que realizou um levantamento florístico na área. Além das castanheiras, outras espécies vegetais indicativas do manejo humano foram encontradas, como o cacau, o açaí e o cupuaçu. “Entendendo como as pessoas hoje manejam a floresta, vamos buscar entender como as pessoas do passado também manejavam a floresta.”

Coordenado por Mariana e Rafael Lopes, pesquisadores associados ao Instituto Mamirauá, organização social fomentada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), o trabalho envolveu mais de 40 pessoas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa).

A pesquisa

Além da grande quantidade de material cerâmico encontrado no sítio, foram coletados vestígios de plantas carbonizadas, fundamentais para a pesquisa de Mariana. “A gente consegue identificar essas plantas carbonizadas e entender um pouco quais eram as plantas que estavam sendo consumidas, e, de acordo com o que a gente encontra, ter pistas de como essas plantas eram manejadas”, revela a pesquisadora.

“Muitas espécies frutíferas da floresta eram consumidas, como a castanha, o cacau, além de outras várias espécies de palmeiras.” “Sabemos também que essas pessoas cultivavam muitas espécies herbáceas: tanto as espécies que foram domesticadas aqui na Amazônia, como a mandioca, quanto espécies que foram domesticadas em outras partes das Américas, como o milho, a abóbora, e que foram trazidas por essas redes de trocas que existiam entre as populações aqui no passado. “

Esses vestígios botânicos são importantes também para que se compreenda como as redes de troca aconteciam na Amazônia no passado. “A gente sabe, a partir deles, que essas redes eram muito grandes, muito complexas. Há pelo menos 10 mil anos essas plantas já estavam sendo trocadas pelas pessoas aqui no que a gente chama hoje de América.”

Acredita-se que muitas das espécies cultivadas hoje na Amazônia sejam resultado dessa antiga rede de trocas. “É uma história de longa duração que vai formando essas florestas enriquecidas com espécies úteis e com diferentes funções ecológicas, mas que são bastante ricas e diversas.”

Além dos carvões, a análise do material coletado em laboratório deve revelar microvestígios botânicos como fitólitos e amidos – partículas produzidas por vegetais que também podem conter indícios do que era cultivado e consumido por populações ancestrais.

“A análise dos fitólitos é interessante porque se uma planta viveu e morreu ali, o fitólito vai permanecer na terra. Se uma planta foi preparada num pote de cerâmica, alguns fitólitos ou amidos dela também podem ficar ali, então a gente consegue saber o que foi preparado naquele recipiente. “A análise dos fitólitos, amidos e dos carvões vai permitir uma maior compreensão sobre o modo de vida dessas populações e como elas cultivavam e preparavam seus alimentos.

Floresta enriquecida

Mariana afirma que o modelo de ocupação praticado por esses povos indígenas antigos na região enriquecia a floresta. “É um modelo que constrói florestas ricas, enriquece áreas, enriquece o solo, torna solos mais férteis, mais produtivos e esses solos também vão possibilitando a manutenção dessas florestas. “

“O castanhal não é só um castanhal, ele está cheio de outras espécies frutíferas e medicinais ocorrendo junto. É uma floresta extremamente rica e diversa, sendo que muitas das espécies que ocorrem nessa área são utilizadas aqui hoje”, explica a pesquisadora.

“Há também uma diversidade muito grande de solos: solos escuros, argilosos e arenosos. A gente ainda quer entender como as atividades humanas se relacionam com essa grande heterogeneidade de ambientes. “

O agricultor Raimundo Lopes Ramos, da comunidade Bom Jesus da Ponta da Castanha, uma das comunidades que abarcam o complexo onde ocorreram as escavações, conta que desde que passou a morar na área realiza o manejo do castanhal com o objetivo de fazê-lo produzir mais.

“Nenhum de nós aqui pode dizer que plantou uma dessas castanheiras, quando chegamos aqui esse castanhal já existia. A gente deve agradecer a quem plantou porque para nós é muito útil, gera um recurso financeiro”, afirma.

“É interessante pensar que, na Amazônia, o que a gente tem hoje é uma floresta produto da interação entre o ser humano e a natureza. No momento da colonização europeia, havia muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo em todos os continentes e aqui não era diferente:

As pessoas viviam em sociedades complexas, ocupando os espaços com conhecimentos e tecnologias próprios, domesticando plantas. É uma história que tem de ser contada e, mais do que nunca, agora”, conclui Mariana Cassino.

 

Bienal Sesc Video Brasil destaca a produção artística de povos indígenas

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Bienal apresenta relevantes obras de artistas indígenas e povos originários de diversas regiões do mundo.

A presença indígena no circuito contemporâneo vem ganhando amplitude e relevância, a exemplo do que já acontece em países como Canadá e Austrália, com expansão das formas de expressão, das pinturas e desenhos aos vídeos e fotografias; das instalações e performances aos jogos e aplicativos.

Um mostra desta intensa produção, principalmente em vídeo, faz parte da 21ª Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil | Comunidades Imaginadas, que abre em 9 de outubro, no Sesc 24 de Maio, em São Paulo, com obras de artistas indígenas e de povos originários do Brasil, Estados Unidos, Canadá, México, Peru e Nova Zelândia.

“Não somos mais nós que nos anunciamos para eles, mas eles que se enunciam – para eles mesmos, e, às vezes, também, para nós”, afirma Gabriel Bogossian, um dos curadores. Em tempos de debates pungentes sobre a Amazônia, alguns desses artistas nos convidam a refletir sobre pertencimento, identidade e as relações entre tempo, espaço e natureza. Entre as obras selecionadas para esta edição da Bienal, destaque para:

Alto Amazonas Audiovisual

Tríptico dividido em três curtas complementares. O objetivo do documentário não é somente denunciar situações opressivas ou vislumbres exóticos, mas também pensar em como tais curtas se entrelaçam, principalmente na complementariedade que não é audível nem visível.

Por exemplo, estariam antropólogos e cineastas, ao prepararem suas obras, tentando afetar corpos e transformar seu estado de espírito, assim como fazem os curandeiros e pajés?

Alberto Guarani (oriundo da etnia Guarani Nhandewa)

Realizado em cinco aldeias Guarani do estado Rio de Janeiro, o filme mostra como os membros mais velhos e lideranças dessas comunidades fazem circular o conhecimento e a memória nos Tekoa através de suas rezas, narrativas e rituais religiosos por gerações a fio. Assim, a obra compõe um retrato etnográfico baseado num olhar intimista e solidário.

Brett Graham (Dos povos Maoris da Nova Zelândia)

A obra remete ao Pai Mārire, movimento sincrético entre a religião tradicional Maori e o cristianismo, surgido na Nova Zelândia no final do século XIX e que teve papel importante na resistência dos povos nativos frente aos invasores europeus.

As duas torres que compõem a instalação são reminiscências dos obeliscos erguidos em Petane e Ōmarunui em 1916 pelos veteranos da “guerra de um dia”.

Revestidos de madeira, lembrando as casas do período, os monumentos à paz e ao mal são propositalmente semelhantes, refletindo como as dicotomias frequentemente parecem as mesmas dependendo da perspectiva de quem emite o juízo de valor.

Claudia Martinez Garay (Peru)

O título da obra grafado em mochica, uma das muitas línguas nativas faladas atualmente no Peru, pode ser traduzido como “Eu sobreviverei a você”. A civilização moche, famosa pela cerâmica, desenvolveu-se naquele território desde a antiguidade até aproximadamente o século VII d.C., e seu idioma tinha presença importante no Império Inca à época da invasão espanhola.

Partindo da crença moche na vida após a morte e de uma figura humana presente em um artefato dessa cultura exposto no Museu Etnológico de Berlim, a artista ficcionaliza uma linha do tempo, que abrange desde sua infância até seu encarceramento simbólico na instituição berlinense.

Jim Denomie (Da população Sioux de Dakota do Norte, EUA)

Em 2016, moradores da Reserva Indígena Standing Rock, nos Estados Unidos, organizaram protestos contra a construção de um duto de petróleo que atravessaria a área, cortando o rio Missouri.

Tendo como foco a proteção da água do rio, o acampamento da manifestação, que durou meses e chegou a ter seis mil pessoas, foi duramente reprimido, com uso de gás lacrimogênio, cães de ataque e canhões de água (inclusive durante as baixas temperaturas do inverno).

Na pintura, esse cenário é reconstruído com uma composição boschiana de helicópteros, hienas, cães de duas cabeças, um Donald Trump assediando a Justiça e outros elementos que, entre o realismo e a fantasia, acumulam pequenas alegorias de uma situação marcada pela crueldade da repressão e pela persistência de quem resiste.

Noé Martinez (México)

A interrupção do sonho surge como uma investigação de documentos indígenas coloniais do século XVI em Michoacán, com os atuais Purepechas que habitam esse estado no México. O vídeo surge do trabalho realizado na comunidade de Cherán, que conquistou sua autonomia em 2011, depois de se levantar e expulsar traficantes de drogas e partidos políticos de seu território.

Em meio a máscaras, música, procissões e rituais, a peça narra a mudança dos 12 conselheiros (keris) que compõem o Conselho Maior do Governo Comunal, corpo coletivo de poder de Cherán. O espectador encontra uma nova dimensão simbólica da representação política do coração dos movimentos sociais indígenas do México.

21ª Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil | Comunidades Imaginadas

A 21ª Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil | Comunidades Imaginadas será realizada de 9 de outubro de 2019 a 2 de fevereiro de 2020, no Sesc 24 de Maio, em São Paulo, reunindo mais de 60 obras, com 55 artistas de 28 países, entre vídeos, pinturas, fotografias e instalações.

Juntos, a diretora artística Solange Farkas, o trio de curadores Gabriel Bogossian, Luisa Duarte e Miguel López e os membros do júri de seleção Alejandra Hernández Muñoz, Juliana Gontijo e Raphael Fonseca analisaram 2.280 inscrições, de 105 nacionalidades para selecionar obras advindas do Brasil, América Latina, África, Ásia, Oriente Médio e Oceania.

O título-tema Comunidades Imaginadas, emprestado do estudo de Benedict Anderson, refere-se aos diversos tipos de organização social e comunitária que existem às margens dos Estados-nação como comunidades indígenas, religiosas, de refugiados, organizações em defesa pela liberdade sexual e de pensamento, entre tantas outras que estarão presentes nesta edição.

Serviço:

21a Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil | Comunidades Imaginadas

Abertura: 9 de outubro, quarta-feira, às 19h

De 9 de outubro de 2019 a 2 de fevereiro de 2020

De terça a sábado, das 9h às 21h; domingos e feriados, das 9h às 18h

Sesc 24 de Maio – Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo, 300m do metrô República

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