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Mulheres amazônicas são mães mais cedo segundo IBGE

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Segundo o instituto, 21,2% correspondiam a mães adolescentes com menos de 20 anos

 

Mulheres brasileiras estão decidindo ter filhos mais tarde. Dados apresentados pela pesquisa de Registro Civil 2018, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam um aumento da representatividade dos nascidos vivos registrados com mães entre 30 e 39 anos de idade. Também houve relativa redução dos registros de filhos nascidos de mães mais jovens.

Mas, na região Norte, a realidade ainda é diferente. Quem explica é a gerente da pesquisa do Registro Civil no IBGE, Klívia Oliveira.

Segundo Klívia Oliveira, observando a série histórica da pesquisa desde o início dos anos 2000, houve mudança na região quanto a esses dados. Mas, em 2018, na Região Norte, 29,1% dos nascimentos eram de crianças com mães que, na ocasião do parto, tinham entre 20 e 24 anos, e 21,2% correspondiam a mães adolescentes com menos de 20 anos.

Vencedores do 9° Prêmio Amazonense de Propaganda e Marketing

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Campanhas acadêmicas de conscientização são as grandes premiadas do 9° Prêmio Amazonense de Propaganda e Marketing

Com a campanha Enade Warrios, voltada à conscientização e estímulo à preparação dos alunos para o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), e a campanha Ame Amazonas, sobre o trabalho da ONG homônima que realiza acolhimento de imigrantes em Manaus, a faculdade Martha Falcão | Wyden foi a grande vencedora da noite de premiação do 9° Prêmio Amazonense de Propaganda e Marketing, realizada nesta quarta-feira (4.12), às 20h, no Salão Nobre do Studio 5.

Alunos do curso de Publicidade e Propaganda, com o apoio da instituição de Ensino Superior, arremataram  dois prêmios na categoria “Acadêmico – Troféu Victor Ribeiro”, obtendo os certificados Ouro e Prata. O terceiro lugar ficou com o Instituto Federal do Amazonas.

O estudante de Publicidade e Propaganda Silvano Rocha Marinho Júnior, do curso de Publicidade e Propaganda da faculdade Martha Falcão | Wyden, recebeu os prêmios Ouro, pela peça publicitária Enade Warriors e prata, por conta do trabalho Ame Amazonas. Ele também é estagiário de marketing na instituição.

“Ambos os trabalhos foram feitos como avaliação em duas disciplinas do curso. Foi um grande desafio porque para criar uma campanha é preciso conhecer o universo do tema e nos fomos estimulados a sair do nosso mundo”, afirmou.

“No início não acreditávamos  que nossas ideias poderiam ter visibilidade, mas quando a campanha do Enade (2018) foi elogiada e passou a ser veiculada em todas as IES do grupo Adtalem, vimos que poderia ter potencial”, completou. Além de Silvano, Diego Araújo integra a equipe premiada.

Já a campanha Ame Amazonas (2018) contou com a participação de Diego Araújo e Daniel Corrêa e também foi premiada em outras ocasiões: na 1ª Mesa-redonda Publicitária da faculdade e na categoria campanha publicitária do Festival Universitário Audiovisual Pirarucurta, ambos em primeiro lugar.

Foram avaliados os seguintes critérios: criatividade, fotografia, redação, produção e trilha por um time de jurados de peso do mercado e da academia local: Afrânio Soares, professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Diretor Presidente da ACTIONN Pesquisas de Mercado (Coordenador do Júri);

Claudia Adriane Souza, empresária e publicitária, especialista em Marketing; Éverton Arruda, professor do Curso de Tecnologia em Produção Publicitária do Instituto Federal de Educação Ciências e Tecnologia do Amazonas (IFAM); Gustavo Soranz, roteirista, documentarista, curador na área do audiovisual e professor Dr. Em Multimeios;

Idenilson Perin, diretor da Amazon Picture; Inara Batista da Costa, Relações Públicas e professora Dra do curso na Ufam; Ivânia Vieira, jornalista e professora Dra em Processos Socioculturais na Amazônia (Ufam); e Judy Tavares, profissional de Relações Públicas e professora adjunta da Ufam. Ao todo, o corpo técnico realizou o julgamento de 298 trabalhos inscritos na 9ª edição do Prêmio.

Premiação

Considerado o maior evento do segmento no Estado, a premiação tem o intuito de promover e desenvolver o mercado da comunicação do Amazonas. É promovido pela VR Assessoria em Comunicação e Marketing e envolve o universo de agências de publicidade, profissionais de marketing, jornalistas, estudantes e professores de comunicação, além de empresários do mercado local. Desde 2010, o PMKT já premiou o talento de centenas de comunicadores no Amazonas.

Amazônia é uma ótima opção de carnaval tanto para festa ou sossego

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Juma Ópera e Juma Amazon Lodge são opções de hospedagem; saiba o que fazer durante feriado na região

A Amazônia brasileira é destino certo em qualquer época do ano, inclusive no Carnaval. Aliás, mais ainda no Carnaval. Isso porque o destino oferece calma, sossego e interação com a natureza para quem assim preferir e também agito, desfiles de escola de samba e muita festa para os foliões mais animados.

Nessa época, a capital Manaus é palco do CarnaBoi, festa que dura cinco dias e reúne milhares de pessoas pelas ruas e pontos turísticos. Na mistura entre a maior celebração popular brasileira e a cultura indígena local não podia faltar a presença do folclore dos bois-bumbás Caprichoso, Garantido, Brilhante, Corre-Campo e Garanhão.

Os visitantes podem ainda escolher se divertir pulando entre os foliões dos blocos de rua, no desfile das escolas no Centro de Convenções do Amazonas, mais conhecido como Sambódromo, ou ainda no concurso de fantasias no Teatro Amazonas.

E justamente diante do Teatro está uma das mais bacanas opções de hospedagem de Manaus, o Juma Ópera. Prestes a ser inaugurado, o hotel-boutique fica em um casarão restaurado e tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que, em 1914, recebeu o então presidente norte-americano Theodore Roosevelt durante expedição na região.

Com rígidas diretrizes de sustentabilidade, o empreendimento tem espaços para eventos, restaurante, bares e um rooftop com piscina e vista privilegiada ao Rio Negro, Teatro e Palácio da Justiça.

Já aos turistas que veem no Carnaval a chance de aproveitar para relaxar, então a floresta Amazônica é o melhor destino. Sua porção brasileira, inclusive, foi eleita recentemente como uma das 10 melhores regiões do mundo para se visitar em 2020 pelos guias de viagem Lonely Planet.

Nesta selva com mais de 5 milhões de km², é possível fazer caminhadas acompanhadas de guias especializados, ver de perto o Encontro das Águas e apreciar as riquíssimas e únicas fauna e floral locais. Além, claro, de se deliciar com a culinária regional.

Esta opção existe para os hóspedes do Juma Amazon Lodge, hotel de selva localizado no meio da floresta, integrado à mata e construído sobre palafitas de mais de 15 metros de altura.

Além de restaurante, o local tem quartos com vistas privilegiadas, passeios incluídos nas diárias, piscina com água do rio Juma e redário. Reservas e mais informações podem ser obtidas no site, telefone (92) 3232-2707, WhatsApp (92) 99142-2708 ou email.

 

Ações de empoderamento feminino em comunidade da Amazônia

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Associação cria iniciativas com a comunidade do Tumbira, no Rio Negro, através do projeto “A Preservação das Espécies Como Fator de Transformação e Empoderamento Feminino

A Associação Zagaia Amazônia desenvolve o projeto “A Preservação das Espécies Como Fator de Transformação e Empoderamento Feminino”, na comunidade do Tumbira, localizada na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Negro.

Este projeto tem como objetivo conscientizar a preservação das espécies amazônicas através do olhar das mulheres dessa comunidade. Com esta iniciativa, a Associação quer fomentar o turismo de observação da natureza na região, além de estimular a autonomia econômica, social e emocional das mulheres da comunidade.

A comunidade do Tumbira atua com foco no turismo ecológico e de base comunitária, realizando atividades como observação de pássaros, jacarés, entre outros animais, além de focar na preservação da cultura ancestral através da atividade de contação de histórias.

Para ajudar na construção de um futuro melhor para essas pessoas, o Instituto Lojas Renner elegeu a comunidade do Tumbira, para a qual a Zagaia Amazônia desenvolveu o projeto com atenção para a ONU Mulheres, que conta com os Princípios de Empoderamento Feminino.

“Esse trabalho certamente vai ajudar as mulheres nas questões de conscientização das espécies e ao mesmo tempo nas questões empreendedoras, onde elas poderão concretizar várias ações, e poderão gerar renda na própria comunidade.

Queremos estimular várias ações com elas, que poderão ir em direção ao que elas sonham com mais autonomia e confiança”, explica Rozana Trilha, fundadora da Zagaia Amazônia. Nos últimos anos, a comunidade começou a investir no turismo ecológico. Atualmente, 34 famílias, aproximadamente 170 pessoas, vivem na comunidade, sendo 30 delas mulheres a partir dos 18 anos.

Segundo o Atlas do Desenvolvimento Sustentável de Comunidades Ribeirinhas do Amazonas, criado pela Fundação Amazonas Sustentável, se faz necessária a adoção de novas abordagens voltadas para o desenvolvimento dessa região, estruturando a economia dos serviços e produtos ambientais com conservação do meio ambiente e justiça social.

“A contenção da degradação e a conservação das florestas dependem, em boa parte, da valorização econômica dos serviços ambientais”, complementa o documento. É por esse motivo que projetos como o da Zagaia Amazônia se faz importante nessas comunidades.

“Queremos trazer para a comunidade a consciência da “Preservação das espécies”, principalmente da flora amazônica. Essa consciência vai passar pelas Mulheres que deverão carregar essa bandeira, e ao mesmo tempo difundir essa atitude na comunidade e fora dela”, explica Rozana Trilha.

“Temos a maior biodiversidade do mundo, então precisamos ter consciência de como preservar e como repassar esse conhecimento. E ao mesmo tempo o projeto vai tratar do Empoderamento Feminino, na região”.

O Instituto Lojas Renner, que desenvolve e apoia projetos que promovem o empoderamento econômico e social de mulheres desde 2008, destinou recursos ao projeto da Associação Zagaia Amazônia.

Ciclo fechado de conhecimento e autonomia

O projeto da Zagaia Amazônia passa por três etapas. A primeira é uma imersão e Design Thinking na realidade do feminino na comunidade do Tumbira, para resgatar a autoestima e a forma como a mulher se enxerga na comunidade.

Partindo de uma abordagem de pesquisa etnográfica, a associação quer identificar como elas se sentem como agentes participantes da dinâmica da comunidade. Assim, é possível coletar informações importantes para aplicar, de forma adaptada e dirigida a esse público, a cartilha amazônica baseada nos princípios da ONU Mulheres, que compõe a terceira etapa do projeto.

A segunda etapa consiste no repasse de conhecimento da preservação das espécies amazônicas e ações de empoderamento, contando com o apoio de pesquisadores que darão suporte às questões cientificas da flora amazônica presentes na região.

Dentre as atividades, estão a pesquisa de campo, com informações sobre espécies em extinção; oficina de botânica, com apresentação sobre a diversidade da flora, coleta e observação das plantas, fotografia das espécies e estruturação de um guia sobre as plantas estudas, gerando um e-book para consultas futuras.

Além disso, a associação aplica metodologias de interação entre os comunitários, a fim de estimular novas ideias e a diversidade e complexidade das necessidades das pessoas contempladas com o projeto.

A terceira etapa consiste na aplicação da Cartilha Amazônica, apresentando também o trabalho da ONU Mulheres. Neste “laboratório”, a associação Zagaia Amazônia quer registrar o impacto da confiança criativa na construção do empoderamento das mulheres da comunidade do Tumbira.

Com esse trabalho, será possível entender quais mulheres tem personalidade de liderança e exercem influência na comunidade. “A cartilha será oferecida nas versões impressa e digital às mulheres participantes.”, comenta Rozana Trilha.

O projeto da Associação Zagaia Amazônia ainda vai auxiliar as mulheres da comunidade Tumbira na produção de conteúdo de mídias sociais, além de gerar um relatório com as ações sugeridas pela própria comunidade para a preservação das espécies, com mapa visual das ações e que ficará como um legado para a região.

“A conscientização sobre a preservação das espécies é uma necessidade de todos, mas quem está mais próximo da natureza precisa ter cada vez mais consciência de como a extinção das espécies pode influenciar na sua vida e causar uma desestabilização muito grande”, complementa Rozana.

Com esse projeto, queremos mostrar o vínculo que cada um de nós tem com a natureza e como as mulheres podem influenciar cada vez mais o turismo de observação, contribuindo com a preservação das espécies existentes na RDS.”

“A primeira etapa do projeto Tumbira foi de uma importância maravilhosa para dar continuidade ao início que já havíamos realizado, mas que estava parado por ser um projeto voltado para as mulheres.

A melhor parte desse projeto de empoderamento feminino é ter dado às mulheres a oportunidade de poderem falar por si mesmas e se destacarem acreditando nos próprios potenciais, mas acima de tudo dando abertura para que elas possam demonstrar a força que existe dentro da mulher das comunidades ribeirinhas e que por muito tempo não foi enxergada por falta desse espaço mais amplo, mais determinado dentro de outros projetos.

Essa iniciativa do Instituto Lojas Renner com a realização da Associação Zagaia Amazônia, tem a finalidade de fazer a mulher brilhar no mais simples e talentoso momento de vida: oportuniza as pessoas sonharem o que já existe, não é um sonho inalcançável.

Esse primeiro contato foi um momento das mulheres pensarem o que são, o que querem fazer e o que querem viver: é a restauração do sonho. Estamos ansiosos para os próximos passos”, comenta Izolena Garrido, presidente da Comunidade Tumbira.

Novo CBA pretendi gerir negócios

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A busca por vetores econômicos complementares à Zona Franca de Manaus (ZFM) levou o governo federal, por meio da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), a intensificar estudos acerca de diversos segmentos na região amazônica. Um deles, a bioeconomia, destaca-se diante da potencialidade regional e da importância estratégica não apenas para o Brasil, mas para todo o mundo.

É neste sentido que o novo Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA) está inserido, sendo seu principal objetivo o desenvolvimento de produtos, a prestação de serviços e a geração de negócios, tudo para contribuir para a inovação biotecnológica e da bioeconomia, agregando valor aos produtos da região amazônica, incentivando o desenvolvimento local de produtos, processos e serviços biotecnológicos.

Para alcançar sucesso, a nova gestão do Centro está trabalhando na reativação de áreas que possuem equipamentos de última geração e com alto poder analítico, como os laboratórios da Central Analítica; de Biologia Molecular; e de Farmacologia, além de manter as áreas já em operação.

“No novo CBA estão sendo desenvolvidos 23 projetos, com fono no desenvolvimento de produtos e transferência de tecnologia, em fase inicial, por meio do Programa Nacional de Apoio ao Desenvolvimento da Metrologia, Qualidade e Tecnologia.

São projetos que abrangem as áreas de saúde humana, cosméticos, alimentos, agronegócios e indústria”, destacou o o coordenador-geral de Planejamento e Programação Orçamentária da Suframa e membro titular da Autarquia no Grupo de Gestão do CBA, Fábio Calderaro.

No novo Centro, Calderaro ainda destacou que a proposta é seja instalada uma incubadora de bionegócios, que agregará ainda mais valor ao trabalho que vem sendo executado no local desde que a nova gestão assumiu o CBA.

“Hoje temos diversas ações e serviços sendo executados, o que vem atraindo a atenção e o interesse de empresas instaladas na região e de players internacionais que sabem do potencial biotecnológico de nossa região. São serviços diversos que contribuem para uma gama de segmentos econômicos importantes, tais como cosméticos, fármacos, alimentação, dentre tantos outros.

Com o apoio de todos, teremos não apenas um futuro promissor, mas um presente cada vez mais produtivo”, comentou Calderaro, que afirmou que mais informações sobre o CBA podem ser obtidas pelo e-mail.

Governadores amazônicos conseguem Compensação por perdas da Lei Kandir

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O governador do Pará liderou a negociação com o governo federal, feita em reunião no STF

Nesta terça-feira (03), o governador do Pará, Helder Barbalho, outros governadores da Federação e procuradores participaram de reunião no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília (DF).

Discutiram as compensações da Lei Kandir, que isentou o recolhimento de ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços) sobre as exportações de produtos primários e semielaborados, como o minério. O encontro foi presidido pelo ministro Gilmar Mendes, relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO).

Na última reunião, realizada em agosto, o STF propôs uma negociação sobre o valor de ressarcimento a título de compensação da Lei Kandir. Na reunião de hoje, o governador do Pará, que lidera o grupo responsável pelas negociações relativas à Lei, se manifestou contra a proposta da União de ressarcir apenas R$ 58 bilhões.

No total, a compensação chega a R$ 705 bilhões. A contraproposta oferecida por Helder Barbalho foi o pagamento de R$ 100 bilhões. “Ressalto que o Estado do Pará tem absoluta sensibilidade na busca dessa conciliação.

Porém, entende que essa conciliação deva ocorrer em termos que possam representar o equilíbrio e a justiça, que permitam que os estados não sofram mais as consequências econômicas”, afirmou. A União recebeu o relatório de atividades da comissão. Diante das condições fiscais do País, os governadores resolveram aceitar o pagamento de R$ 65,6 bilhões até 2037.

O secretário de Fazenda do Pará, René Sousa, aprovou o resultado da negociação. “Foi muito positiva, pois a União, em nenhum momento, quer reconhecer que deve aos estados. Na realidade, com essa negociação a União acaba assumindo e reconhecendo, e vai se comprometendo em ressarcir os estados até 2037. Entendemos que é o possível a fazer, dentro do equilíbrio fiscal”, ressaltou o titular da Sefa.

Black Friday: Toneladas de pirarucu foram oferecidas com descontos em Manaus

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Em Manaus, a Black Friday também chegou à feira do pirarucu. Nesta sexta-feira (29), consumidores podem encontrar peças com descontos que vão de 11% a 50%. De acordo com a Fundação Amazonas Sustentável, serão quase 5 toneladas de peixe vendidas pelos próprios pescadores, sem a participação de atravessadores.

O pescador Madson de Almeida, conhecido como Dôti, reforça que essa é a última oportunidade de comprar o pirarucu com preços mais baratos, até porque o manejo do peixe este ano só pode ser feito até o fim de novembro.

Com os descontos, ele espera conseguir um extra para o natal.O filé de pirarucu, por exemplo, está sendo vendido a 18 reais o quilo, um desconto de mais de 18%. A promoção segue até o domingo, Primeiro de dezembro. Os pescadores que vêm à capital vender o peixe são de uma comunidade dentro da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá.

De acordo com o Edvaldo Corrêa, coordenador do Programa de geração de renda da Fundação Amazonas Sustentável, ao comprar dos pescadores que fazem o manejo, o próprio consumidor ajuda a manter a floresta em pé. O peixe é da região do Médio-Solimões, no município de Fonte Boa, a 678 quilômetros da capital. A venda tem autorização do Ibama e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente.

 

I fesPIM será ornamentada por podas de árvores oriundas de projeto de manejo

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Uma ação conjunta de manejo de arborização entre a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp), Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU/Gestão de Trânsito) e ManausLuz viabilizou parte da ornamentação da I Feira de Sustentabilidade do Polo Industrial de Manaus (fesPIM) com podas de árvores oriundas de trecho da avenida Getúlio Vargas, Centro.

De acordo com o diretor comercial da Feira, Orsine Júnior, o conceito do evento é a reutilização e por isso, a organização da I fesPIM viabilizou a decoração do Studio 5 com as podas das árvores que seriam descartadas.

“A Feira de Sustentabilidade do PIM tem diversos diferenciais e um deles é realmente ser em sua essência um evento sustentável. O material que estamos utilizando na confecção das mobílias, na ornamentação do espaço onde acontecerá a Feira é um material reaproveitado e essa é a marca da I fesPIM”, disse.

Segundo a assessoria de comunicação da Semmas, a ação que foi realizada na manhã do último sábado (23), teve “caráter emergencial devido à inclinação acentuada e à necessidade de desobstrução das luminárias da via”.

Ainda de acordo com a Secretaria, o trabalho de manejo da arborização do passeio público é constantemente realizado por meio do monitoramento das árvores, que têm papel fundamental na regulação climática do Centro histórico da cidade.

A I fesPIM terá em seu cenário, podas de seis árvores da espécie oitizeiro. A operação contou também com a anuência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) por se tratar de  uma área do Centro histórico da capital.

Seminário debate normas tributárias e aduaneiras na Zona Franca de Manaus

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Evento promovido pela Embaixada da República da Coreia também lembrou dos 60 anos de relações diplomáticas entre Brasil o país asiático.

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), representada pelo superintendente adjunto de Operações, Luciano Tavares, e pela coordenadora-geral de Estudos Econômicos e Empresariais, Ana Souza, participou do Seminário de Diretrizes de Investimentos e Orientação Tributária no Estado do Amazonas, promovido pela Embaixada da República da Coreia, nesta quinta-feira (21), no Blue Tree Hotel.

O objetivo do evento foi compartilhar informações sobre normas tributárias e aduaneiras, bem como diretrizes para investimentos no Amazonas às empresas coreanas atuantes na região, atualmente representadas pelas multinacionais Samsung e LG.

Além da Suframa, estiveram presentes a Secretaria de Estado da Fazenda do Amazonas (Sefaz), Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti) e Receita Federal.

O embaixador da República da Coreia, Chan-Woo Kim, afirmou que o seminário tem a proposta de contribuir com as empresas coreanas instaladas na Zona Franca de Manaus.

“Já se passaram mais de 20 anos que as empresas coreanas vieram do outro lado do mundo para se instalar no Amazonas e, através de muito esforço, mesmo enfrentando dificuldades como a distância, o idioma, a cultura e principalmente as questões de regulamentação alcançaram êxito e hoje fazem parte da sociedade amazonense.

Espera-se por intermédio deste evento que uma melhor compreensão dos regulamentos seja alcançada e informações relevantes sobre o quadro de investimento no Estado possam ser compartilhadas”, afirmou.

Em outubro de 2019 as relações diplomáticas entre Brasil e República da Coreia completaram 60 anos. “Na Coreia, 60 anos significa o término de um ciclo. Nesse período os dois países construíram uma amizade baseada em sentimentos recíprocos e agora deverão avançar nos próximos 60 anos, com base no Tratado de Livre Comércio entre a República da Coreia e o Mercosul, que deve chegar a uma conclusão no próximo ano, e certamente movimentará ativamente muitas atividades comerciais entre ambos os países”, concluiu.

Na ocasião, o superintendente adjunto Luciano Tavares parabenizou os 60 anos das relações diplomáticas entre Brasil e República da Coreia. “Nos idos de 2008 a 2010 fui adido do exército brasileiro junto à embaixada do Brasil na Coreia e tive a satisfação de ver in loco a pujança da República da Coreia.

Nosso seminário hoje traz objetivos que vão ao encontro da missão da Suframa, de promover o desenvolvimento regional, trazendo emprego, renda e tudo mais que esta cadeia nos possibilita e temos a grata satisfação de termos sido convidados para este evento, ratificando nossa missão”, disse.

A coordenadora-geral de Estudos Econômicos e Empresariais da Suframa, Ana Souza, fez uma apresentação sobre o pacote de incentivos da Zona Franca de Manaus, bem como informou dados do Polo Industrial de Manaus.

Entre os principais potenciais para investimento, segundo ela, estão o minério, água mineral e, na indústria, os painéis solares, cujos processos produtivos básicos já estão aprovados.

Ana Souza também destacou alguns investimentos para os próximos três anos já anunciados nos segmentos de condicionadores de ar, cabeamento, segurança, duas rodas e etanol e, por fim, convidou os presentes a participarem da Feira de Sustentabilidade do Polo Industrial, nos dias 27, 28 e 29 de novembro, no Studio 5 Centro de Convenções, uma realização da Suframa com o Instituto Piatam.

Suframa participará do Salão de Duas Rodas

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O evento, realizado em São Paulo, vai até o dia 24 de novembro e tem diversas atrações, dentre novidades das grandes marcas mundiais do setor e lançamentos que, até então, foram mantidos em sigilo para serem uma das atrações do maior evento de motocicletas da América Latina.

Começou nesta segunda-feira (18), com um evento dedicado especificamente a autoridades e os grandes players do segmento de motocicletas, a edição 2019 do Salão de Duas Rodas promovido pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).

O evento, realizado em São Paulo, vai até o dia 24 de novembro e tem diversas atrações, dentre novidades das grandes marcas mundiais do setor e lançamentos que, até então, foram mantidos em sigilo para serem um dos chamarizes do maior evento de motocicletas da América Latina.

A abertura contou, dentre outras autoridades, empresas e instituições, com a participação da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), representada pelo superintendente Alfredo Menezes, que, em seu discurso, lembrou que quase a totalidade da produção de motos do País concentra-se na Zona Franca de Manaus (ZFM) e afirmou que “o segmento de Duas Rodas do Polo Industrial de Manaus é o maior exemplo de verticalização. Praticamente 95% desta cadeia produtiva é verticalizada”.

Menezes ainda fez uma relação direta entre a produção do PIM e a preservação da floresta amazônica. “Se quer preservar a floresta, mantenha a Zona Franca de Manaus, compre produtos com o selo Produzido no Polo Industrial de Manaus.

O modelo Zona Franca, com apelo à tecnologia e inovação, é fonte de riqueza para a área amazônica e garante que o desenvolvimento e o meio ambiente possam andar lado a lado”.

A participação da Autarquia no evento contará, ainda, com a presença de técnicos de diversas áreas no estande institucional cedido à Suframa pela Abraciclo, que reconhece a importância do trabalho da Autarquia na administração de incentivos fiscais que possibilitam a manutenção do polo de Duas Rodas na região, além de atrair mais players do segmento, sejam de bens finais, sejam componentistas, possibilitando a geração de emprego e renda no Brasil.