Blog Page 4

Previsão de atingir entre 28,74 e 29,34 metros, a cheia do rio Negro

0

A cheia do rio Negro para este ano, em Manaus, deverá alcançar um nível de 29,04 metros com uma margem de erro de 30 centímetros para cima ou para baixo (28,74 a 29,34 metros). A informação tem como base o modelo matemático de previsão de cheias do rio Negro desenvolvido pelo pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), Jochen Schöngart, do Grupo de Pesquisa Ecologia, Monitoramento e Uso Sustentável de Áreas Úmidas (MAUA). Pelo modelo, este ano haverá uma cheia que potencialmente causará problemas na cidade de Manaus e nas zonas rurais da região.

 De acordo com o pesquisador, o modelo de previsão é uma ferramenta importante para se fazer previsões e evitar possíveis desastres com antecedência de três meses do pico da cheia, normalmente ocorrendo no mês de junho na região da Amazônia Central. “Isto permite que as autoridades tomem providências em casos de cheias severas previstas, tanto na zona urbana quanto na zona rural do Estado”, diz Schöngart.

 Em comparação com o mesmo período do ano passado, o rio Negro, até o dia 15/03, estava com 1,30 metros acima do nível na mesma data marcando 25,81 metros. Porém, em comparação com os meses anteriores o rio encheu pouco neste mês de março, passando por um fenômeno chamado de repiquete nos últimos dias, que é a estagnação do nível das águas até uma pequena descida.

 “Este fenômeno é acentuado em anos de El Niño, caracterizado pelo aquecimento das águas superficiais do Pacífico Equatorial na região central-leste. Este ano, as anomalias de temperaturas das águas superficiais indicam a evolução de um El Niño fraco que geralmente afeta as cabeceiras das regiões do norte, central e leste da Bacia Amazônica”, explica Schöngart.

Bolsonaro anuncia obras para Amazônia

0

O governo vai começar o seu plano de desenvolvimento pela região amazônica e enviará três ministros ao oeste do Pará para avaliar investimentos de infraestrutura e definir grandes obras na região. A escolha não é casual. O avanço nessas áreas isoladas da floresta e na fronteira atende também a um compromisso de campanha do presidente Jair Bolsonaro de aumentar a presença do Estado no chamado Triplo A. Trata-se de uma área que se estende dos Andes ao Atlântico, onde organismos internacionais supostamente pretendem criar uma faixa independente para preservação ambiental.

A região é estratégica para os militares, que querem marcar posição contra o que chamam de “pressões globalistas”. Como parte dessa estratégia, os ministros Gustavo Bebianno(Secretaria-Geral da Presidência), Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Damares Alves(Mulher, Família e Direitos Humanos) desembarcam nesta quarta-feira, 13, em Tiriós (PA) para discutir com líderes locais a construção de uma ponte sobre o Rio Amazonas na cidade de Óbidos, uma hidrelétrica em Oriximiná e a extensão da BR-163 até a fronteira do Suriname.

A hidrelétrica teria, na avaliação do governo, o propósito de abastecer a Zona Franca de Manaus e região, reduzindo apagões. A ampliação da BR-163 – construída nos anos 1970, ainda inacabada e notícia por causa de seus atoleiros – cumpriria uma meta de integração da Região Norte. Já a ponte ligaria as duas margens do Amazonas por via terrestre, ainda feita por travessia de barcos e balsas. O projeto serviria como mais um caminho para o escoamento da produção de grãos do Centro-Oeste.

Bebianno comparou as iniciativas à retomada do Calha Norte, projeto para fixação da presença militar na Amazônia. “A retomada do Calha Norte é fundamental para o Brasil como um todo. Estamos fazendo um mapeamento da região e vamos lá olhar pessoalmente”, afirmou.

O movimento coincide com ação do governo para combater a influência do chamado “clero progressista” da Igreja Católica naregião. O pano de fundo é a realização do Sínodo sobre Amazônia, que será organizado em outubro, em Roma, pelo Vaticano. Entre os temas que serão discutidos estão a situação dos povos indígenas e de quilombolas e os investimentos na região – considerados “agendas de esquerda” pelo Planalto.

A última série de grandes investimentos na Amazônia ocorreu ainda no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o início das obras das hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau, em Rondônia, e Belo Monte, no Pará. Nos governos Dilma Rousseff e Michel Temer, os canteiros foram abandonados ou perderam o ritmo.

O Planalto justifica a escolha dos projetos com o argumento de que a população dos municípios da margem norte do Amazonas está abandonada e seu objetivo é implementar um plano de ocupação para estimular o mercado regional e definir um “marco” da política do governo de incentivo econômico.

Resistências

Um auxiliar de Bolsonaro afirmou que a presença dos ministros do Meio Ambiente e dos Direitos Humanos na comitiva tem por objetivo reduzir eventuais ataques de ativistas e ambientalistas. A área delimitada para o início do plano estratégico é formada por reservas ambientais e territórios de comunidades isoladas, como a dos índios zoés, na região de Santarém.

Para tentar quebrar resistências, o governo vai incluir termos de responsabilidade socioambiental em todas as obras e firmar compromisso de diálogo com as comunidades locais. A equipe do presidente já antevê, no entanto, reações especialmente de países da União Europeia, que têm ligações com as entidades mais influentes da área de defesa da preservação da floresta.

Militares com cargo no governo recusam a comparação com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado por Lula com obras em todo o País, especialmente no Norte e no Nordeste. Ainda está prevista a retomada do projeto de revitalização dos afluentes do Rio São Francisco.

A viabilidade dos projetos de infraestrutura na Amazônia desenhados pelo Planalto esbarra numa série de dificuldades. As tentativas de se instalar uma usina no Rio Trombetas já fracassaram em outros governos por obstáculos socioambientais. O mesmo problema já comprometeu a continuidade da BR-163. A região é de mata densa, sem estradas. Seria necessário abrir uma rodovia na floresta, região marcada por áreas protegidas.

Feira da FAS acontece neste domingo em ritmo de folia

0

O ritmo contagiante das marchinhas, o colorido dos confetes e o clima de folia darão o “tom” da primeira Feira da FAS do ano, neste domingo (10), das 8h às 20h, na sede da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), localizada na Rua Álvaro Braga, 351, Parque 10 de Novembro. A entrada é gratuita.

Para animar o público, o evento terá a apresentação dos cantores Maycon Melo, Will Nobre e do grupo Pororoca Atômica, referência no cenário carnavalesco da capital. As atrações prometem uma mistura de gêneros, como rock, carimbó, cúmbia, guitarrada, lambada, baião, brega, pop tropical, marchinha, frevo, entre outros.

Além da música, a feira terá espaços temáticos com mais de 60 expositores de gastronomia, artesanato, moda, design, decoração, jardinagem, produtos naturais, entre outros.

Os visitantes também podem participar de atividades ligadas à saúde e bem-estar, como yoga, massoterapia chinesa e aula de ritmos. Já o público infantil terá uma programação especial com brincadeiras e atividades lúdicas de educação ambiental promovidas pelo projeto Pequenos Curupiras.

O evento é pet friendly, por isso, a entrada e permanência de animais de estimação acompanhados de seus donos é permitida.  A proposta é garantir que a família toda possa aproveitar um domingo de lazer e cultura, explica a coordenadora da Agenda Cidades Sustentáveis da FAS e uma das organizadoras do evento, Paula Gabriel.

“Uma vez por mês, a Fundação Amazonas Sustentável abre as portas para proporcionar à comunidade um dia de diversão, ao mesmo tempo em que estimula a economia criativa, a sustentabilidade, o consumo consciente e a valorização dos talentos da região”, afirma.

Quem planeja participar do evento pode chegar cedo para saborear um delicioso café da manhã regional ou garantir a compra de frutas, legumes, verduras e hortaliças orgânicas diretamente dos produtores, no Espaço Hortifrúti.

SERVIÇO

O que: Feira da FAS

Onde: Fundação Amazonas Sustentável (FAS), Rua Álvaro Braga, 351 –  Parque 10 de Novembro

Quando: Domingo, dia 10 de fevereiro

Horário: Das 08h às 20h

Entrada franca

Feira inédita no país debate em Manaus geração de energia para comunidades da Amazônia 

0

Com a proposta de apontar caminhos para superar a exclusão energética e a dependência de óleo diesel em áreas remotas da Amazônia, a Feira e Simpósio de Soluções Energéticas para Comunidades da Amazônia (Energia & Comunidades) será lançada, nesta terça-feira, dia 5 de fevereiro, a partir das 16h, no auditório do Sebrae, localizado na Avenida Leonardo Malcher, no Centro.

O evento terá a presença do assessor do Instituto Socioambiental (ISA), Ciro Campos, que representará o comitê organizador. Na ocasião, serão apresentados os temas que devem nortear a programação da feira, entre eles, aspectos comerciais, técnicos, regulatórios, políticos, geográficos e de financiamento para a expansão das energias alternativas na região.

A primeira edição da Feira e Simpósio Energia & Comunidades está marcada para acontecer entre os dias 25 e 28 de março, no Centro de Convenções do Amazonas. As inscrições para participar são gratuitas e estão abertas no site: www.energiaecomunidades.com.br.

Durante o evento, os participantes poderão conhecer o mercado de produtos e serviços voltados para a geração de energia solar, biomassa, hídrica e eólica de pequena escala em sistemas isolados (off grid).

Além de trazer uma amostra significativa de inovações e empresas do setor energético, a programação reunirá especialistas de diversas partes do país e convidados internacionais para discutir políticas públicas, regulação, financiamento e definição de prioridades no setor energético voltado para regiões remotas.

Realidade amazônica

Na Amazônia, estima-se que cerca de dois milhões de pessoas não têm acesso constante à eletricidade, de acordo com dados do ISA. Diversos povoados e comunidades indígenas, ribeirinhas e tradicionais, em especial de regiões remotas e não atendidas pelo Sistema Interligado Nacional (SIN), utilizam a geração de energia à diesel, que promove grandes emissões de gases de efeito estufa e é cara, comprometendo o orçamento familiar.

 “A expansão das energias alternativas favorece um modelo de negócios baseado na economia da floresta, fortalecendo a economia das comunidades, a autonomia, geração de renda, qualidade de vida e desenvolvimento sustentável. Esse é um dos desafios urgentes no cenário socioambiental atual”, explica Ciro Campos. “O mercado é promissor e o momento é favorável para que governo, setor privado, pesquisadores e sociedade civil encaminhem soluções. É o momento de alinhar as demandas energéticas das comunidades com as soluções das empresas, o financiamento e as políticas públicas”, conclui.

Comitê organizador

A proposta do evento surgiu de um grupo de organizações da sociedade civil. Eles formam um comitê organizador integrado pelo Instituto Socioambiental (ISA), WWF-Brasil , Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), Projeto Saúde e Alegria, Greenpeace-Brasil, Instituto Clima e Sociedade, Charles Stewart Mott Foundation, Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE/USP), Frente por uma nova política energética e Associação Brasileira  de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR).

Belém é a energia mais cara do Brasil , veja o Ranking das tarifas em R$/kWh das capitais brasileiras

0

Os valores abaixo foram retirados do portal da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), expressos na unidade R$/kWh (reais por quilowatt-hora) para tarifas residenciais (grupo B1)*. A primeira capital a seguir é a mais cara, e a última a mais barata:

ranking-energia-2017

*Informações atualizadas no dia 20/10/2017

Veja também a lista em ordem alfabética, com mais especificações:

Aracaju/SE – Distribuidora: ESE / Tarifa: 0.468 R$/kWh / Vigência: 22/04/2017
Belém/PA
 – Distribuidora: Celpa / Tarifa: 0.599 R$/kWh / Vigência: 07/08/2017
Belo Horizonte/MG
 – Distribuidora: Cemig-D / Tarifa: 0.494 R$/kWh / Vigência: 25/08/2017
Boa Vista/RR
 – Distribuidora: Boa Vista / Tarifa: 0.337 R$/kWh / Vigência: 01/11/2016
Brasília/DF
 – Distribuidora: CEB-DIS / Tarifa: 0.452 R$/kWh / Vigência: 01/04/2017
Campo Grande/MS
 – Distribuidora: EMS / Tarifa: 0.492 R$/kWh / Vigência: 08/04/2017
Cuiabá/MT
 – Distribuidora: EMT / Tarifa: 0.498 R$/kWh / Vigência: 08/04/2017
Curitiba/PR
 – Distribuidora: Copel- DIS / Tarifa: 0.441 R$/kWh / Vigência: 24/06/2017
Florianópolis/SC
 – Distribuidora: Celesc-DIS / Tarifa: 0.460 R$/kWh / Vigência: 22/08/2017
Fortaleza/CE
 – Distribuidora: Coelce / Tarifa: 0.474 R$/kWh / Vigência: 22/04/2017
Goiânia/GO
 – Distribuidora: Celg / Tarifa: 0.420 R$/kWh / Vigência: 01/04/2017
João Pessoa/PB
 – Distribuidora: EPB / Tarifa: 0.495 R$/kWh / Vigência: 28/08/2017
Macapá/AP
 – Distribuidora: CEA / Tarifa: 0.392 R$/kWh / Vigência: 01/04/2017
Maceió/AL
 – Distribuidora: Ceal / Tarifa: 0.516 R$/kWh / Vigência: 28/09/2017
Manaus/AM
 – Distribuidora: AmE / Tarifa: 0.536 R$/kWh / Vigência: 01/04/2017
Natal/RN
 – Distribuidora: Cosern / Tarifa: 0.418 R$/kWh / Vigência: 22/04/2017
Palmas/TO
 – Distribuidora: ETO / Tarifa: 0.549 R$/kWh / Vigência: 04/07/2017
Porto Alegre/RS
 – Distribuidora: CEEE-D / Tarifa: 0.391 R$/kWh / Vigência: 01/04/2017
Porto Velho/RO
 – Distribuidora: Ceron / Tarifa: 0.456 R$/kWh / Vigência: 01/04/2017
Recife/PE
 – Distribuidora: Celpe / Tarifa: 0.480 R$/kWh / Vigência: 29/04/2017
Rio Branco/AC
 – Distribuidora: Eletroacre / Tarifa: 0.498 R$/kWh / Vigência: 01/04/2017
Rio de Janeiro/RJ
 – Distribuidora: Light / Tarifa: 0.527 R$/kWh / Vigência: 01/04/2017
Salvador/BA
 – Distribuidora: Coelba / Tarifa: 0.443 R$/kWh / Vigência: 22/04/2017
São Luís/MA
 – Distribuidora: Cemar / Tarifa: 0.561 R$/kWh / Vigência: 28/08/2017
São Paulo/SP
 – Distribuidora: Eletropaulo / Tarifa: 0.420 R$/kWh / Vigência: 04/07/2017
Teresina/PI
 – Distribuidora: Cepisa / Tarifa: 0.554 R$/kWh / Vigência: 28/09/2017
Vitória/ES
 – Distribuidora: Escelsa / Tarifa: 0.485 R$/kWh / Vigência: 07/08/2017

Veja no site da ANEEL o ranking completo, com todas as cidades do Brasil

Como é calculado o consumo de energia na sua casa

Dica: você pode utilizar nossa calculadora de consumo de energia para calcular o consumo da energia em sua casa, além de calcular o consumo do ar-condicionado, ela pode ser utilizada para calcular também o desempenho de outros aparelhos.

Para que você entenda melhor como funciona o cálculo do consumo total na sua conta de energia, o primeiro passo é compreender a diferença entre:

– Preço x Tarifa
Geralmente confundidos, esses dois itens significam ideias distintas. A tarifa corresponde ao valor cobrado pela prestação dos serviços de geração, transmissão e distribuição de energia; já o preço considera a composição da tarifa somada a impostos como ICMS e PIS/COFINS – esse último varia mensalmente, fazendo o valor do preço final variar.

A partir disso, o valor que você paga pelo consumo em energia irá depender da região do país onde você mora, considerando os números que compartilhamos no tópico sobre o ranking das cidades. Resumindo, o preço pago é a energia consumida em kWh multiplicada pela tarifa vigente na sua região.

Exemplo: vamos supor que o consumo de energia da sua residência, em determinado mês, foi de 200kWh. Esse valor será multiplicado por R$ 0,527, tarifa que está em vigor em uma das capitais brasileiras.

Portanto, o valor de consumo cobrado na sua conta de luz será de R$ 105,40 (200 kWh x R$ 0,527 kWh).

Na prática, pegue sua conta de energia e veja que o consumo do mês é listado no campo “Demonstrativo de Consumo desta Nota Fiscal”. Por outro lado, se você quer saber sobre os impostos, o total cobrado consta no final da conta no campo “Informações de Tributos”, nos itens ICMS/PIS/COFINS. Além disso, existe também mais um item que pode ser incluído na conta:

– Bandeiras tarifárias
O sistema desenvolvido pela ANEEL entrou em vigor em 2015, com as bandeiras divididas nas cores verde, amarela e vermelha. Essa divisão serve para indicar o status das condições de geração de energia em cada mês:

Bandeira verde: A melhor bandeira para o consumidor é essa, pois não apresenta qualquer quantia tarifária.

Bandeira amarela: É de nível médio, implementada em condições menos favoráveis de geração de energia. São adicionados R$ 2,00 para cada 100 kWh utilizados.

Bandeira vermelha: Sinaliza nível crítico, aplicada em condições de custo de energia mais elevado, onde as térmicas são acionadas.É acrescentado o valor de R$ 3,50 para cada 100 kWh consumidos.

Atualmente, no mês de outubro de 2017, a bandeira em vigor é a vermelha. Segundo a ANEEL, a situação dos reservatórios das usinas hidrelétricas alcançou níveis preocupantes, e mesmo que ainda não haja risco de desabastecimento de energia elétrica, é preciso reforçar as ações relacionadas ao uso consciente e combate ao desperdício.

Portanto, vale lembrar que o preço final da sua conta de energia elétrica irá considerar os itens: consumoimpostos e a bandeira vigente.

Dicas para economizar 

Considerando que o consumo engloba o uso de todos os aparelhos que utilizam energia elétrica para funcionarem, o ar-condicionado pode virar um vilão nessa hora. Portanto, existem algumas práticas que podem evitar isso e fazer com que você não deixe de desfrutar do conforto térmico proporcionado pelo ar-condicionado.

Publicamos um post com 10 dicas para economizar o consumo de energia do ar-condicionado. Entre elas está a importância de escolher modelos que possuam o Selo Procel de Economia de Energia e dar preferência a aparelhos com a tecnologia Inverter.

O astrofísico português que está revolucionando as aulas de ciência na Amazônia

0

À leste de Manaus, no meio do maior sistema fluvial do mundo, a Bacia Amazônica, está a Ilha de Parintins. Uma viagem de barco até a capital do Amazonas dura, em média, 27 horas. A microrregião de Parintins, por sua vez, é composta por sete cidades nas quais só é possível chegar pelo rio. A mais próxima está há 45 minutos de lancha. É ali, no isolamento geográfico, que o astrofísico português Nélio Sasaki vive desde 2012.

Professor da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), ele é diretor do Planetário Digital de Manaus e do Planetário Digital de Parintins, além de fundador e líder do NEPA (Núcleo de Ensino e Pesquisa em Astronomia). Em prol do letramento científico, ele está inovando a educação na região norte do Brasil, ensinando alunos indígenas, de comunidades periféricas e com Síndrome de Down e comunidade surda a ler o céu e seus encantos.

“É preciso ler o mundo e tudo ao nosso redor é ciências. Nós só temos que saber ler”, diz Nélio, que junto com o NEPA desenvolveu, em 2014, o 1º projeto de Planetário Digital da Região Norte do Brasil, composto pelo Planetário Digital de Parintins e pelo Planetário Digital de Manaus.

Para aproximar as pequenas cidades e a ilha de Parintins da tecnologia, são usadas videoconferências. Quando a maré está favorável e não é período de chuvas, o Planetário é desmembrado em oito caixas e viaja pelas cidades para levar conhecimento à escolas e comunidade amazonense.

Em entrevista à Fundação Telefônica Vivo, ele conta sobre seu trabalho e explica a importância do letramento científico como parte de uma educação para a vida. Confira a seguir:

Existem particularidades no céu do Amazonas que favorecem a Astronomia?

Nélio Sasaki: Além de lindo, o céu daqui se diferencia de outras regiões brasileiras devido a baixa poluição luminosa e atmosférica. Parintins, por exemplo, tem ar muito puro e céu limpíssimo. Apesar da alta umidade, a observação noturna é muito generosa. É como se estivéssemos dentro de um planetário a céu aberto.

Dizem que antes de você, Parintins nunca tinha visto um telescópio. É verdade?

Nélio Sasaki: Quando cheguei à ilha, trouxe comigo meu inseparável telescópio, com o qual fazia, todas as noites, longas observações no céu. Muitas pessoas me perguntavam que instrumento era aquele.

Em 2012, ministrei um curso de três dias sobre Astronomia e um docente acabou se interessando tanto que também comprou um telescópio. Eram, a partir daí, dois em toda a ilha para observação noturna. Assim, treinei uma equipe de 15 alunos e organizamos uma série de atividades de observação e atendimento ao público.

Hoje é comum alguém me encontrar nas ruas de Parintins e dizer: ‘Professor, comprei um telescópio! Vou fundar um Clube de Astronomia na minha escola ou comunidade’. Ou encontrarmos telescópios em escolas e clubes amadores de Astronomia espalhados por todo o Amazonas.

O que é o letramento científico por meio da Astronomia? E qual sua importância?

Nélio Sasaki: O letramento científico que usamos segue o ponto de vista de Paulo Freire, que afirmou que “É preciso ler o mundo”. Para o NEPA, todas as ciências estão presentes no cotidiano do estudante, desde o maternal.

O problema é que os estudantes, quando estão na escola, pensam nas disciplinas como compartimentadas. Uma das nossas características é a trinca interdisciplinaridade, multidisciplinaridade e transdisciplinaridade.

Além disso, o NEPA prioriza a presença da educação inclusiva, há também projetos voltados para as comunidades afro-brasileiras, indígenas e nipo-brasileiras. Para nós, o mundo é o laboratório de ciências, a astronomia é para todos e permite este diálogo das ciências com espaços não-formais de ensino.

A importância do letramento científico é proporcionar uma formação completa ao estudante, contribuindo para o desenvolvimento científico do indivíduo e o capacitando a buscar respostas para situações-problema do cotidiano.

Nélio Sasaki, que atua em prol do letramento científico, posa ao lado de 17 dos 36 bolsistas do NEPA. Eles estão enfileirados, os alunos estão usando uniforme azul e o professor está de camisa vermelha.

E como funciona essa abordagem interdisciplinar, multidisciplinar e transdisciplinar que o NEPA usa?

Nélio Sasaki: Em 2019, comemoramos 50 anos que o homem pisou na Lua, por isso, vou usá-la de exemplo.O NEPA mostra aos estudantes as diversas ferramentas, tecnologias e conhecimentos utilizados para pisarmos na Lua. Temos a contextualização histórica, mas também estudamos a geologia lunar.

Fazemos os cálculos matemáticos das trajetórias descritas pela física dos foguetes e mobilizamos conhecimentos de engenharia espacial e robótica. Temos também que fazer análise química das amostras trazidas da Lua.

Após termos ideia dos aspectos geográficos da Lua, então podemos responder perguntas sobre o estudo da vida em nosso satélite natural, é a biologia em ação! Para fazer essa transcrição para o aluno, usamos inúmeras ferramentas pedagógicas. De forma didática e lúdica, os estudantes ficam imersos em um meio repleto de ciências e tecnologia.

Fale um pouco dos esforços do NEPA em relação à educação inclusiva, por favor.

Nélio Sasaki: A nossa filosofia é colocar a astronomia ao alcance de todos, por isso, nossa bandeira é educação inclusiva. A maior inclusão se dá quanto ao gênero, já que o NEPA encoraja a participação de mulheres na Astronomia e Astronáutica.

Nosso grupo é formado por 45 integrantes, sendo 36 mulheres. Temos também cinco indígenas, além de descendentes japoneses e quilombolas.

Conheça melhor as inovações no ensino de Astronomia do Núcleo de Ensino e Pesquisa em Astronomia (NEPA), em diversas frentes de atuação:

Educação inclusiva

O projeto Astronomia para Alunos com Síndrome de Down apresenta conceitos básicos para os estudantes de um jeito mais interativo, com oficinas que visam tornar o aprendizado concreto e significativo. A Astronomia em Libras utiliza a mesma metodologia interativa, com o cuidado de criar alguns sinais para termos técnicos que não existiam no regionalismo da Língua da comunidade surda local. Além disso, o NEPA tem palestras, cartilhas e atividades lúdicas em Libras. 

Astronomia Afro-brasileira

O NEPA recupera e insere em seu conteúdo didático a visão da Astronomia dos diversos povos de origem africana e suas variações, principalmente depois da chegada ao Brasil. “O que defendemos é o direito que nossos alunos quilombolas têm em olhar para o livro e se identificarem com a cultura  a qual a Astronomia é ensinada”, diz Nélio Sasaki.

Astronomia para indígenas

A partir da observação de que muitas línguas indígenas estão se perdendo com o tempo, o NEPA produz uma série de cartilhas e materiais, incluindo palestras e sessões no Planetário Digital, em algumas dessas línguas. Os próprios alunos indígenas que integram o projeto e a comunidade ajudam.

Astronomia e religião

O projeto nasceu para dialogar com as escolas que têm ensino religioso como parte do currículo. “O objetivo é que os alunos tenham uma base para ler o universo sem precisar abrir mão de sua fé”, explica Nélio. Como se deu a conexão de aspectos pertinentes à Astronomia e ao sagrado? Como os povos da antiguidade pensavam o universo?  Há registro de fenômenos astronômicos na Bíblia? São algumas das perguntas que o projeto visa responder.

Aberta inscrições para programa de empreendedorismo universitário

0

Muitos universitários têm ideias incríveis para o seus trabalhos de conclusão de curso – os famosos TTCs – mas falta apoio para tira-las do papel. Esse é justamente o objetivo do Academic Working Capital (AWC), iniciativa do Instituto TIM que oferece apoio financeiro, técnico e de negócios para estudantes que querem transformar seus projetos em startups de base tecnológica. As inscrições para a quinta edição do programa estão abertas até o dia 22 de abril no site awc.institutotim.org.br/inscreva-se.

“Existem diversos programas de incentivo ao empreendedorismo no Brasil, mas a maior parte foca em profissionais experientes e já com o negócio em andamento. O AWC atua em um nicho que não é atendido pela maioria das iniciativas de fomento, dando apoio a universitários que estão apenas com uma ideia no papel”, explica Diogo Dutra, coordenador do Academic Working Capital.

Em quatro anos, o AWC já apoiou o desenvolvimento de mais de 100 projetos inovadores. Na edição de 2018, três trabalhos foram selecionados para participar da HackBrazil, competição que premia ideias inovadoras em disputa realizada na Brazil Conference at Harvard & MIT, evento anual realizado em Boston (EUA). Participarão da final, nos Estados Unidos, o Aqualuz, dispositivo que utiliza de forma simples e sustentável a radiação solar para tornar potável a água de poços ou cisternas; o Helidrop, startup que realiza o controle de pragas utilizando VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados); e o NextCam, sistema de inteligência artificial que identifica riscos para realizar ações preventivas em obras no o setor da construção civil.

 Entenda o programa

Podem se inscrever universitários de qualquer área da graduação, com projetos voltados para soluções tecnológicas ou de inovação. Os grupos podem ter até quatro integrantes, todos na graduação e com pelo menos um dos membros na fase final, fazendo o TCC. Estão aptos a participar alunos matriculados em universidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul.

Os interessados devem se cadastrar desde já no site do programa para receber um e-mail com as instruções de participação. Os autores dos projetos selecionados terão orientação técnica e de negócios, participarão de workshops e serão acompanhados semanalmente por monitores do AWC. Em dezembro de 2019, os jovens empreendedores terão ainda a oportunidade de participar de uma Feira de Investimentos, onde poderão apresentar suas soluções para profissionais do mercado e investidores.

Biodiversidade amazônica é destaque em Israel

0

Representando a Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) na comitiva presidencial que está em Israel, o superintendente da SUFRAMA, Alfredo Menezes, participou, durante esta terça-feira (02), de agenda com empresas israelenses e israelo-brasileiras durante o encontro empresarial Brasil-Israel, promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) em um hotel em Jerusalém.

Na ocasião, o presidente Jair Bolsonaro mostrou a CEOs do país as possibilidades de investimento no Brasil e destacou a biodiversidade amazônica como potencial para acordos e parcerias.

Para o superintendente Alfredo Menezes, o tema vai ao encontro dos planos da nova gestão da SUFRAMA,  que é a diversificação da matriz econômica. “Precisamos buscar alternativas além do Polo Industrial de Manaus e com certeza a nossa floresta é a resposta para essa missão”, disse.

Durante o dia, a comitiva brasileira também participou de uma exposição de produtos de empresas de inovação e foi antecipado o encontro com integrantes da comunidade brasileira, antes previsto para ocorrer na quarta-feira na comunidade de Raanana, que fica a cerca de 76 quilômetros de Jerusalém. Em decorrência de antecipação de voo do presidente na manhã de quarta-feira, um grupo de 25 representantes foi até Jerusalém para o encontro.

Ocorre em Manaus evento sobre geração de energia em áreas remotas da Amazônia

0

Reunindo pesquisadores, representantes do governo, setor privado e organizações da sociedade civil, a primeira edição da Feira e Simpósio de Soluções Energéticas para Comunidades da Amazônia (Energia & Comunidades) começa nesta segunda-feira (25), a partir das 18h, no Centro de Convenções do Amazonas, na Av. Constantino Nery, 5001, Flores.

A programação, com acesso gratuito, segue até quinta-feira (28), com a expectativa de reunir cerca de 2 mil visitantes por dia. O objetivo é debater a inclusão energética de comunidades isoladas na Amazônia – indígenas, ribeirinhos e povos tradicionais não atendidos pelo Sistema Interligado Nacional (SIN) e pelos programas de universalização do acesso à energia elétrica.

Participam da abertura o secretário de Meio Ambiente do Estado do Amazonas, Eduardo Taveira; o coordenador-geral de Desenvolvimento de Políticas Sociais do Programa Luz Para Todos, Paulo Gonçalves Cerqueira; o secretário-adjunto da Secretaria de Planejamento Energético do Ministério de Minas e Energia, Hélvio Neves Guerra; a deputada federal Joênia Wapichana (Rede-RR), primeira mulher indígena eleita para o cargo no Brasil; o presidente do Conselho Nacional de Populações Extrativistas (CNS), Joaquim Belo; a coordenadora do Instituto Socioambiental (ISA), Adriana Ramos; o Superintendente do SEBRAE-AM, Lamisse Said da Silva Cavalcanti; e o coordenador da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ), Antônio Crioulo.

Instalação de placa durante atividade do curso de energia solar na Aldeia Piyulaga, dos Waurá

A partir do segundo dia, as atividades do evento ocorrerão das 8h às 20h. A área de exposição terá a presença de grandes marcas que apresentarão novidades e tendências da indústria de energias renováveis voltadas para sistemas isolados (off-grid), além de agentes financeiros, centros de pesquisa e organizações que desenvolvem projetos na Amazônia.

Segundo o assessor do ISA, Ciro Campos, a ideia da feira é alinhar as demandas energéticas das comunidades isoladas com as soluções das empresas, as oportunidades de financiamento e as políticas públicas. “Estima-se que cerca de dois milhões de pessoas não têm acesso constante à eletricidade na região. A expansão das energias alternativas favorece um modelo de negócios baseado na economia da floresta, fortalecendo a economia das comunidades, a autonomia, geração de renda, qualidade de vida e desenvolvimento sustentável”, explica.

Simpósio

Além de trazer para Manaus uma amostra significativa de inovações do setor energético, o Energia & Comunidades promoverá um simpósio com dois dias de duração.

Serão realizadas quatro mesas de debate, com a participação de representantes de entidades como a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas e da Auto Sustentabilidade (IDEAAS), Amazonas Energia, Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), entre outras.

No primeiro dia, terça-feira (26), serão abordados os temas “Realidade atual das políticas públicas para os sistemas isolados”, a partir das 10h, e “Modelos de negócio e iniciativas para atendimento às comunidades”, às 14h. Já na quarta-feira (27), os assuntos debatidos serão “Financiamento para geração em comunidades”, com início às 8h, e “Alternativas e perspectivas para acelerar a Universalização do acesso à Energia Elétrica”, a partir das 14h.

Programação paralela

Durante a feira, os visitantes também poderão participar de uma vasta programação paralela, com lançamento de filmes e estudos, além de reuniões, apresentações e debates.

Entre os destaques do primeiro dia, está a mostra de vídeos “Energia Limpa” do Projeto Saúde e Alegria (Tapajós); o lançamento do vídeo “Energia limpa na Amazônia” e apresentação do StoryMap Resex Solar do WWF; o lançamento do filme “Floresta Iluminada – energia limpa para os povos da Amazônia” do Instituto Socioambiental (ISA); e a apresentação da Campanha Solução do Engajamundo.

Na quarta-feira (27), ocorrerá a mostra de vídeos “O lado crítico das energias renováveis” da Aliança pelo Clima; o lançamento do Relatório “Xingu Solar” do ISA; a apresentação do Programa Amazônia – Banco Mundial; o lançamento da Aliança para a Solarização do Transporte na Amazônia; entre outras atividades.

O último dia terá a realização da Reunião do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), o Fórum Mundial de Clima e Justiça Social – Energia Solar e Estratégias para salvar a PanAmazônia e ainda um diálogo com gestores públicos regionais sobre como fomentar a cadeia de valor das energias renováveis nos municípios amazônicos. Mais informações no site: www.energiaecomunidades.com.br.

No Amazonas , turismo de cruzeiro  rende mais de R$ 10 milhões a economia

0

Aproximadamente R$ 10 milhões foram injetados na economia amazonense, até o momento, com a vinda de 12 navios cruzeiros para o estado, na temporada 2018/2019. Nesta sexta-feira (15/03), atracou no Porto de Manaus, centro, o 13° transatlântico, M/S Veendam, com quase dois mil turistas, sendo 1.350 passageiros norte-americanos e 557 tripulantes. Ao todo, 15 embarcações passarão pelo estado.

De acordo com a presidente da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), Roselene Medeiros, que acompanhou o desembarque dos cruzeiros, a vinda dos turistas para o estado impacta na cadeia produtiva do turismo, gerando emprego e renda para a capital e o interior.

“São quase três milhões de dólares injetados no estado com a vinda dos cruzeiros. E isso movimenta toda a cadeia, com os prestadores de serviço turísticos. Porque o visitante vai conhecer nossos pontos turísticos, as nossas comunidades ribeiras, gerando renda e emprego a todos envolvidos na cadeia. Por dia, cada turista gasta em torno de cem dólares, injetando recurso na nossa cidade”, disse a presidente.

Segundo Roselene Medeiros, a comunidade da Boca da Valéria, em Parintins, vai receber ações da Amazonastur para fortalecer o turismo da região, cuja comunidade se consolidou como um destino turístico. “Esse cruzeiro Veendam passou pela Boca da Valéria, que é um atrativo a mais de Parintins. E nós vamos preparar a comunidade para a próxima temporada de cruzeiros. Vamos dar cursos para os piloteiros, os artesãos, para todos os envolvidos na cadeia, de forma que o atendimento seja de excelência, garantido emprego e renda naquela comunidade”, disse Roselene.

Impressões

Pela primeira vez no Amazonas, a norte-americana Sheri Montag, desembarcou no Porto de Manaus e bailou ao ritmo de Caprichoso e Garantido, ao lado dos dançarinos dos dois bumbás. Ela ressaltou que o Amazonas é indescritível, principalmente pela hospitalidade do povo e a fauna e flora amazônicas.

“Tudo é fascinante aqui, principalmente a vida selvagem, as preguiças, os botos, onde conhecemos na Serra da Valéria. Agora quero conhecer de perto o Encontro das Águas, o Teatro Amazonas. Estou amando o Amazonas”, declarou a turista norte-americana.

Parintins 

Antes de desembarcarem na capital amazonenses, os cruzeiristas conheceram a comunidade Boca da Valéria (Parintins), na quinta-feira (14/03). O M/S Veendam, de origem da Flórida (USA), segue para Parintins na tarde deste sábado (16/03).

Este é o segundo dos três navios previstos para o mês de março a passar pelo Amazonas. Aproximadamente quatro mil turistas estrangeiros, entre tripulantes e passageiros, movimentam a cadeia produtiva do turismo amazonense.

O próximo cruzeiro a aportar na capital é o Le Champlain, no dia 29. A temporada 2018/2019 encerra no dia 6 de abril, com a chegada do navio Seabourn Quest, com aproximadamente mil turistas.