Rio Negro e Nassau disputam o título do Amazonense de Handebol Feminino Juvenil nesta quinta-feira

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FOTO: Mauro Neto
FOTO: Mauro Neto

Rio Negro e Nassau disputam nesta quinta-feira (14/12) o título do Campeonato Amazonense de Handebol Feminino Juvenil. A decisão será às 17h30, no Ginásio René Monteiro, zona centro-sul de Manaus. A entrada é gratuita. A competição é realizada pela Liga de Handebol do Amazonas (LIHAM), com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de juventude, Esporte e Lazer (SEJEL).

Antes da grande final, A.E. Manacapuru e Ceti João Braga se enfrentam pelo terceiro lugar, a partir das 16h.

Semifinais – As semifinais foram realizadas na noite desta terça-feira (12/12), onde as meninas do Nassau venceram a equipe do Ceti João Braga por 53 a 29. O Rio Negro bateu o A.E.Manacapuru por 37 a 24 e garantiu uma vaga na final.

Apesar de ser uma equipe nova, formada recentemente, o Rio Negro fez uma boa partida, mas segundo a assistente-técnica Jéssica Alves, o time ainda precisa acertar alguns detalhes. “Para o jogo da final vamos treinar um pouco mais e tentar acertar no que erramos hoje (terça). É perceptível um déficit de entrosamento entre parte da equipe, mas vamos fazer o melhor para alcançar o título”, comentou.

Primeira a garantir uma vaga na final, a Nassau, aposta no espírito de equipe para alcançar a vitória, segundo o técnico Sidney Ferreira. “Nossa estratégia é o espírito de equipe, pois sempre buscamos desenvolver o trabalho conjunto, com a velocidade, resistência e companheirismo. E assim chegaremos ao título”, afirmou.

Resgate – Segundo o presidente da LIHAM , Auricélio Andrade, a final do handebol feminino juvenil encerra as atividades da modalidade no Amazonas. “Essa final é a última do ano e tenho certeza que Rio Negro e Nassau farão uma ótima partida. Pela campanha, são as duas melhores equipes tecnicamente e contam com atletas experientes”, pontuou o dirigente, que também ressaltou o trabalho realizado com o handebol feminino amazonense.

“Nos últimos dois anos, fizemos um resgate do naipe feminino no Amazonas e em 2017 alcançamos ótimos resultados, o nível das disputas femininas melhorou bastante. Tivemos uma evolução muito boa”, finalizou.

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